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O reino do Prestes João: um país que desconhecia a pobreza e o vício

No começo do século XX, alguns missionários portugueses estabelecidos no reino da Etiópia descobriram antigas bandeiras e espadas cristãs, transmitidas de geração para geração, juntamente com a lenda de terem pertencido um dia a um soberano cristão de aparência divina.

Teria sido esse rei o lendário Prestes João? Durante séculos, persistiram as histórias que consignavam a existência de um rei-sacerdote fabulosamente rico e da sua misteriosa terra situada no Oriente, onde reinavam a paz e a justiça e se desconheciam o vício e a pobreza.

Era também uma terra de maravilhas. Na Idade Média, um viajante escreveu: «Nesta região não crescem ervas venenosas nem se ouve o coaxar ruidoso das rãs; não existem escorpiões, nem a serpente desliza por entre a erva alta.»

Objetivo difícil de alcançar

Chegar até esse reino supunha uma viagem verdadeiramente apavorante. No deserto viviam selvagens «de aspecto temível; usam chifres, não falam e apenas grunhem como porcos». Em outras regiões havia pigmeus, gigantes e, finalmente, uma raça aterrorizante «que se alimenta de carne humana e de crias prematuras e que não nutre qualquer receio pela morte».

«Quando algum destes homens morre, os seus amigos e parentes devoram-no sofregamente, pois consideram seu dever principal mastigar carne humana. Conduzimo-los facilmente contra os nossos inimigos, dos quais não ficou homem nem animal que não tivessem devorado. Uma vez todos os nossos inimigos devorados, regressámos com os nossos anfitriões.»

O palácio do Prestes João, de cristal, era revestido de pedras preciosas. Um espelho mágico avisava-o de qualquer conspiração iminente.

A fonte da juventude

O rei dormia num leito de safiras. Os seus trajes eram feitos de lã de salamandra e purificados ao fogo. Os seus guerreiros cavalgavam através dos ares sobre dragões selados, percorrendo os céus. A fonte da juventude era acessível a todos, e o próprio rei contava 562 anos.

O Prestes João – cujo primeiro nome significava sacerdote – era considerado o chefe dos nestorianos, uma primitiva seita cristã, e descendente de um dos 3 reis que visitaram Jesus Menino.

Segundo parece, os primeiros relatos sobre este monarca foram divulgados no ano de 1145 pelo bispo Hugo de Gebel (atual Líbano). Os cristãos nestorianos participaram nas lutas vitoriosas do conquistador mongol Yeh-lu Tah-shi, e o próprio bispo poderá ter deliberadamente confundido as narrativas com a intenção premeditada de fazer crer que os conquistadores professavam a religião cristã.

Posteriormente, no ano de 1165, circulou pelas várias cortes da Europa uma carta falsificada, da qual existem ainda várias cópias, uma no Museu Britânico. Supostamente escrita pelo próprio Prestes João e dirigida ao imperador bizantino Manuel, refere-se àquele como senhor da Índia e «rei dos reis».

Em 1177 o papa Alexandre III enviou uma carta a «João, o ilustre e magnificente rei das Índias», na qual autorizava o monarca a construir um santuário em Roma, procedendo assim à unificação da Igreja Cristã.

A lenda foi obliterada até 1221, ano em que um ilustre prelado – o bispo de Acre – informou Roma de que o rei David da Índia (provavelmente o conquistador tártaro Genghis Khan) era supostamente um neto do famoso Prestes João.

As histórias sobre o célebre monarca reviveram com tal intensidade que famosos viajantes, como Giovani de Monte Corvino e Marco Polo, tentaram, embora sem alcançarem qualquer êxito, encontrar o reino do Prestes João.

Na segunda metade do século XIV a atenção concentrou-se na Abissínia, a atual Etiópia, da qual se cria que Prestes João era o rei cristão.

Alguns eruditos modernos ventilaram a hipótese de João ser apenas uma alteração fonética de Zan, o título real da Etiópia. A dinastia real do país, cristão desde o século IV, fundada no ano de 1270, afirma-se descendente direta do rei Salomão e da rainha de Sabá.

Kraken: o pesadelo dos pescadores dos mares nórdicos

As redes dos pescadores, distendidas, estavam prestes a rasgarem-se. Algo agitava a água, onde pululavam cardumes de peixes. Os homens trabalhavam febrilmente, sabendo que o ser invisível que aterrorizava o peixe podia a cada momento erguer-se do mar e engolir a sua embarcação ou arrancá-los um a um do convés.

Sabiam que se tratava de um kraken, o maior dos gigantescos monstros marinhos de que havia notícia.

Na literatura da Noruega abundam histórias semelhantes, pois, segundo a lenda, as aparições e desaparições súbitas do leviatão têm, ao longo dos séculos, aterrorizado os pescadores.

O dorso de um kraken adulto tinha cerca de 2500 metros de comprimento. Devido à sua coluna vertebral ondulada e aos tentáculos flutuando semelhantes a algas, era frequentemente confundido com uma ilha de tamanho regular.

Um templo vivo

Vários escritores descreveram o kraken. O bispo Pontoppidan, de Bergen, na Noruega, escreveu no ano de 1755 que as ilhas flutuantes que aparecem e desaparecem subitamente nos mares do Norte eram certamente krakens.

O bispo de Midaros encontrou um dia um kraken na praia. Confundindo-o com um rochedo, ergueu sobre ele um altar, onde celebrou missa. O animal esperou respeitosamente o fim da celebração e depois mergulhou silenciosamente no mar e desapareceu. Os céticos modernos não admitem a existência do kraken, que, segundo afirmam, são provavelmente lulas gigantes.

Como foi construída a Grande Pirâmide de Quéops

No Egito realizaram-se outrora, e realizam-se ainda, verdadeiros milagres de engenharia.

Não há dois factos que demonstrem mais expressivamente este elo de 5000 anos do que a construção da Grande Pirâmide de Quéops, cerca de 2700 a.C., e o salvamento, organizado a nível internacional na década de 1960, dos maciços templos rochosos de Abu Simbel das águas da barragem do Alto Assuão, cujo nível se elevou assustadoramente.

A Grande Pirâmide, com a altura de um edifício moderno de 43 andares, cobre 52 600 m² de deserto.

Esta sólida estrutura de pedra poderia conter a Catedral de S. Paulo, a Abadia de Westminster, a Igreja de S. Pedro em Roma e as Catedrais de Florença e Milão. A pedra utilizada na sua construção seria suficiente para rodear toda a França de uma muralha baixa.

Canais na rocha

Antes de iniciarem a construção desta estrutura maciça, os antigos engenheiros egípcios tiveram de criar uma superfície perfeitamente horizontal para as fundações, para o que abriram canais na rocha, que encheram de água, medindo a linha da mesma num dia sem vento e utilizando varas.

Com o auxílio deste gigantesco nível de bolha de ar, desbastaram então os rochedos até atingirem a linha de água.

Milhares incontáveis de pedreiros, cabouqueiros e outros operários trabalharam, ao longo de 30 anos, na construção do túmulo de Quéops, no planalto de Gizé. As pedras utilizadas, cada uma das quais pesa entre 2,5 e 15 t, atingem no total o espantoso número de 2,5 milhões.

No entanto, os homens que talharam estas pedras e as colocaram nos locais respectivos não dispuseram de qualquer meio mecânico, à exceção da alavanca, do cilindro e do plano inclinado (mesmo a roda seria ainda desconhecida no Egito durante mais 800 anos).

Sem possuírem quaisquer instrumentos que lhes permitissem realizar medições precisas, os Egípcios atingiram um espantoso grau de exatidão nos cálculos que elaboraram.

Os vértices da pirâmide formam ângulos retos quase perfeitos e as faces da mesma estão orientadas exatamente segundo a direção dos 4 pontos cardeais – norte, sul, este e oeste.

Os arquitectos deste templo conseguiram esse feito notável muito certamente a partir de observações astronómicas.

Originalmente, a construção era revestida de blocos de pedra calcária, branca e polida. O corte de algumas destas pedras, que ainda se conservam, perto da base, atingiu tal requinte que não permite sequer a inserção entre as mesmas de uma folha de papel.

A construção da Grande Pirâmide representou um esforço baseado numa perfeita organização e coordenação.

A partir do Nilo, a 800 m de distância, foi erguida uma enorme rampa, cuja construção se prolongou por 10 anos, que ascende suavemente até à plataforma onde se ergue a pirâmide. Ao longo deste declive, equipas de trabalhadores içaram gigantescos blocos de pedra, que rolaram sobre cilindros de madeira, usando cordas espessas e fortes fabricadas de junco entrançado.

O núcleo central

Os canteiros trabalharam em três locais diferentes do Egito. A pedra destinada ao núcleo central da pirâmide foi cortada de arenito grosseiro do deserto da própria região de Gizé.

Da margem oriental do Nilo procedeu a pedra calcária para o revestimento exterior. O granito que reveste as galerias interiores e a câmara funerária foi talhado da rocha de Assuão, junto à primeira queda de água do Nilo, e transportado rio abaixo, ao longo de 960 km, em enormes jangadas – uma operação gigantesca.

Os trabalhadores da pedreira de Assuão usaram martelos de dolerite, uma pedra mais dura do que o granito, para cortarem toscamente os blocos.

No local da pirâmide, os pedreiros, trabalhando com precisão, deram aos blocos a sua forma definitiva, utilizando abrasivos no polimento final.

Argamassa líquida

Os trabalhadores, distribuídos em grupos, içavam as pedras até ao cimo de uma longa rampa para as disporem no seu lugar. Na extremidade da rampa, onde a última camada de pedras fora colocada, fazia-se deslizar cada bloco para o local devido sobre uma camada de argamassa líquida, que atuava também como lubrificante.

À medida que a pirâmide aumentava de altura, a rampa era alongada, de modo a manter constantemente a mesma inclinação, o que garantia a correção das dimensões do monumento.

Eram utilizados artífices especializados ao longo de todo o ano. Os operários não especializados, porém, apenas podiam trabalhar 3 meses seguidos, no outono, quando o Nilo sofria a sua cheia anual.

Enquanto esperavam que as águas descessem para poderem proceder às sementeiras, estes trabalhadores agrícolas – cerca de 100 000 – eram empregados na construção da pirâmide.

Os nomes de algumas das equipas e dos capatazes sobreviveram, grosseiramente pintados nas superfícies calcárias.

Começando do cimo

Quando o núcleo central ficou assente, a pirâmide encontrava-se totalmente oculta, rodeada pelas rampas.

A última tarefa de revestir a pirâmide de pedra calcária começou pelo cimo.

À medida que as pedras de revestimento eram colocadas, as rampas iam sendo gradualmente removidas, até chegar o momento em que o grande edifício ficou a descoberto sobre o planalto, no seu cintilante revestimento branco.

No centro da pirâmide, mais de 42 m acima do solo do deserto, mas ainda longe do cume, situa-se a câmara do rei, uma sala revestida de granito polido.

Num dos extremos da sala, inserido no solo, encontrava-se um sarcófago de pedra destinado a recolher o corpo mumificado do faraó Quéops.

Obra-prima de engenharia

A grande galeria, que conduzia à câmara do rei, é uma obra-prima de engenharia, destinada a resolver o problema que implicava encerrar permanentemente o local de inumação do faraó.

Dentro da galeria, e assentes em suportes temporários de madeira, foram colocados enormes blocos.

Depois de, seguido por uma imensa e colorida procissão funerária, o corpo de Quéops ter sido depositado na pirâmide, os blocos, soltos por trabalhadores, deslizaram pelo solo inclinado da galeria e obstruíram a entrada.

Os trabalhadores saíram por um túnel vertical próximo, que foi seguidamente fechado. O corpo de Quéops parecia para sempre a salvo de intrusos.

O túmulo saqueado

Na realidade, o homem iria demonstrar, ao longo dos séculos, que a sua destreza em saquear os túmulos de antigos reis se equiparava ao seu engenho em construí-los.

No século IX, operários árabes que abriram um túnel através da pirâmide encontraram apenas um sepulcro despojado. Posteriormente, dirigentes árabes arrancaram a maior parte do revestimento calcário para o utilizar na construção das suas mesquitas.

No entanto, a Grande Pirâmide é a única das cerca de 80 pirâmides construídas que se conserva praticamente no seu estado original, apesar de muitas centenas de anos de saques e de exposição aos rigores do tempo.

A Grande Pirâmide de Quéops mantém-se hoje como um monumento duradouro ao engenho do homem – e ao seu anseio de imortalidade.

Como apostar no total de pontos na NBA

Há duas coisas importantes a se ter em mente em relação às apostas ao vivo over/under na NBA. Uma delas é o facto de que a segunda metade de uma partida costuma ter pontuações mais altas do que a primeira. No segundo tempo, as equipas que estão a perder muitas vezes cometem faltas para prolongar o tempo de jogo e maximizar as posses de bola. Além disso, as equipas que estão a ganhar costumam jogar de forma mais suave defensivamente na reta final, pois têm medo de fazer faltas e dão à equipa que está a perder a oportunidade marcar pontos fáceis.

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No entanto, esses cenários geralmente só acontecem se o jogo for apertado na reta final, isto é, se as equipas estiverem separadas por poucos pontos. Se você vir que um total ao vivo está inflado por causa da probabilidade de haver muitos pontos nos últimos minutos da partida, mas uma equipa tem uma grande vantagem sobre a outra, o under provavelmente será a aposta mais inteligente.

Ao fazer apostas ao vivo, especialmente aquelas relacionadas aos totais, sempre tenha em mente as probabilidades pré-jogo. Nunca se deve fazer uma aposta ao vivo sem saber quais eram os números do jogo antes de começar. Conhecer as probabilidades pré-jogo dá aos apostadores um quadro de referência para o que os criadores de odds estão a basear as alterações nas mesmas.

O ouro do faraó Tutancámon

Howard Carter começava a desesperar. Havia perto de 20 anos que procurava o túmulo do jovem faraó Tutancámon. Em breve se lhe esgotaria o capital necessário ao financiamento do objetivo que se propusera. Pressentia já o ceticismo crescente e até a troça dos seus colegas. Mas a razão por que se tornava mais difícil para o erudito inglês suportar a perspectiva do malogro era o facto de continuar convencido de que o túmulo se encontrava algures no Vale dos Reis, local da antiga capital de Tebas, pois o templo próximo de Luxor ostentava inscrições sobre o rei Tutancámon. Além do mais, Carter estava seriamente convencido de que o túmulo nunca fora saqueado, pois jamais fora noticiado o aparecimento de qualquer dos seus despojos.

Mas tudo quanto encontrara, havia 15 anos, limitava-se a recipientes com roupas ostentando o nome do faraó. Desde então, Carter explorara praticamente todo o vale, sem conseguir encontrar quaisquer vestígios do jovem rei, que morrera com a idade de 19 anos.

Ao caminhar ao longo da areia fria da manhã, em direção às suas escavações, Carter pensava de novo no seu patrocinador, o arqueólogo amador Lord Carnarvon, e recordava-se do último encontro que tivera com o par do reino, na sua casa de Highclere, no condado do Hampshire, em Inglaterra.

Carnarvon quisera suspender a busca: «Já me custou uma fortuna – declarara decididamente a Carter. – Não posso suportar esta despesa.»

Mas Carter rogou-lhe que financiasse mais uma tentativa. «Está bem, Howard – cedeu Carnarvon, rindo. – Sou um jogador. Dou-lhe o dinheiro para mais um lance, mas depois retiro-me. Onde vamos começar?» Carter mostrou-lhe um mapa do vale, indicando uma pequena área triangular que não fora ainda explorada, pois encontrava-se nas proximidades do túmulo de Ramsés VI. «Aqui – disse ao seu patrocinador. – É o único lugar que falta.»

Agora, à medida que se aproximava da escavação, Carter reflectia no que parecia o fim sombrio do seu sonho. Tanto ele como os seus homens não tinham senão encontrado os restos das barracas usadas pelos operários que haviam construído o túmulo de Ramsés. Durante 3 dias não tinham cessado de remover esses fragmentos sem conseguirem descobrir o que quer que fosse.

Quando Carter chegou ao local, o capataz, Ali, correu ao seu encontro. «Descobrimos um degrau escavado no solo», anunciou. Dentro de 2 dias tinham descoberto uma escadaria que conduzia a uma porta selada. Carter imediatamente telegrafou a Carnarvon:

FINALMENTE. GRANDE DESCOBERTA NO VALE. TÚMULO MAGNÍFICO. COM SELOS INTACTOS. AGUARDAMOS A SUA CHEGADA. FELICITAÇÕES.

O telegrama estava datado de 6 de novembro de 1922.

Após a chegada de Carnarvon, decorreram ainda mais alguns dias até conseguirem abrir a porta e remover as pedras que bloqueavam a entrada. Os dois homens encontraram-se então perante uma segunda porta selada.

Para Carter chegara a hora da verdade. Observado atentamente por Carnarvon, inclinado sobre o seu ombro, Carter abriu na porta um orifício suficientemente grande que lhe permitisse fazer passar uma vela através dele e espreitar para o interior. Mais tarde, escreveu:

«A princípio não consegui ver nada, pois o ar quente da câmara fazia tremular a vela. Porém, à medida que os meus olhos se acostumavam à luz, comecei a distinguir lentamente os pormenores da sala: animais estranhos, estátuas e ouro – por toda a parte o brilho do ouro.

Por momentos – que devem ter parecido uma eternidade a todos quantos se encontravam a meu lado – permaneci mudo de assombro; e, quando Lord Carnarvon, incapaz de suportar por mais tempo a expectativa, perguntou ansiosamente: – Vê alguma coisa? –, só consegui articular: – Vejo – coisas maravilhosas.»

O recinto do sepulcro compunha-se de 4 câmaras contendo cofres, vasos, um trono de ouro incrustado de pedras preciosas, jóias, mobiliário, roupas e armas. Na câmara funerária propriamente dita, flanqueada por 2 estátuas negras, havia 4 sacrários de ouro, uns dentro dos outros, e um sarcófago contendo 3 caixões.

Laivos de cor

O caixão interior, de ouro maciço, continha o corpo mumificado de Tutancámon envolto num sudário recamado de jóias. O rosto do faraó estava protegido por uma máscara de ouro com incrustações de quartzo e lápis-lazúli, de uma extrema riqueza. Rodeava-lhe o pescoço e o peito uma grinalda de centáureas, lírios e lótus – provavelmente uma derradeira oferta da jovem esposa do faraó, a rainha Ankhesnamun. Após 3300 anos na escuridão impenetrável do sepulcro, conservavam ainda laivos de cor.

O conteúdo do túmulo era de um valor incalculável. Reflectia todos os aspectos da vida dos lendários faraós do Egito, 1350 anos a.C. Para Carter e para o seu patrocinador, Carnarvon, a pesquisa implicara momentos de desânimo e frustração. Mas a recompensa final – a mais fabulosa de todas as descobertas arqueológicas – compensou-os largamente de todos os contratempos anteriores.

O que é uma unidade nas apostas desportivas

A definição mais básica de uma unidade nas apostas desportivas é que ela é a quantidade de dinheiro básica que se deve colocar em qualquer aposta. No entanto, apesar dessa definição simples, há alguma complexidade para descobrir quanto deve ser uma unidade para cada indivíduo, como a usar para rastrear as apostas ganhas e perdidas e como a usar para determinar quanto se deve apostar.

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A quantia que alguém coloca em qualquer aposta em particular varia muito de pessoa para pessoa. No entanto, existem alguns guias básicos de quanto uma unidade deve custar. De modo geral, uma única unidade deve representar 1 ou 2% do seu saldo total. A sua banca é quanto dinheiro você está disposto a reservar para fins de apostas desportivas e NUNCA deve ser mais do que pode perder financeiramente.

Para os iniciantes, 1% do saldo na conta de apostas seria a recomendação para uma unidade, mas com o tempo, conforme você entende melhor as apostas desportivas e onde estão os seus pontos fortes, 2% é bom se estiver a sentir-se confiante. Por exemplo, se você tem 1000 € para apostas desportivas, o tamanho da sua unidade seria 10 €. Mas se tiver uma boa renda disponível e possui 25 000 €, então a unidade teria o valor de 250 €.

Obviamente, pode escolher qualquer número que quiser, no entanto, ao manter sua unidade como uma percentagem baixa do seu saldo, está a proteger-se da temida e inevitável sequência de apostas perdidas que geralmente acontece. Acontecerá até mesmo com os melhores apostadores e se você passar por uma sequência de perder 20 das 30 apostas, então apostar mais do que essa pequena percentagem irá corroer rapidamente o seu saldo e permitir que o pânico se instale. Independentemente do tamanho da sua unidade no início, com o tempo poderá aumentá-la conforme o seu saldo aumentar.

Nas apostas desportivas não se deve apostar apenas nos favoritos

Por que é importante conhecer a sua personalidade quando se trata de apostas desportivas? A personalidade desempenha um grande papel na forma como os apostadores apostam. Muitas vezes, isso acontece sem que o apostador saiba. Personalidades obstinadas e independentes tendem a gostar de fazer as suas próprias coisas. Por outro lado, pessoas com personalidades mais submissas tendem a gostar de seguir a multidão.

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Seguir cegamente sempre as tendências de apostas do público num jogo não é uma boa estratégia. Ser perpetuamente do contra e apostar contra a tendência pública em todas as apostas também não é uma boa estratégia. Então, como um apostador pode levar tudo isso em consideração e implementá-lo com sucesso nas apostas? Compreender totalmente a ação dos apostadores amadores é um ótimo lugar para começar.

Tendências do público

A ação pública tende a ser mais notória em duas áreas: apostam nos favoritos e apostam muito. Isso significa que, normalmente, uma percentagem maior das apostas é colocada no favorito para ganhar, e não no "underdog". O mesmo vale para a aposta superior em comparação com a inferior. Saber essas informações pode significar algumas coisas para os apostadores desportivos.

Em primeiro lugar, se a ação pública for extremamente inclinada para uma equipa ou um mercado específico em um jogo, há alguma razão para isso acontecer. Cabe ao apostador descobrir qual é esse motivo e se é de qualidade ou não. Em segundo lugar, o público quase sempre favorece determinadas equipas – geralmente as mais populares na época.

Conhecer as equipas que são cegamente favorecidas pelo público pode ajudar os apostadores a identificar potenciais discrepantes. Por exemplo, se o popular Sporting Clube de Portugal estão a receber fortes apostas, algo está acontecendo. Isso deve disparar um alarme metafórico na cabeça de um apostador. Mais uma vez, o apostador deve começar a questionar como e por que isso acontece. Dependendo do cenário, talvez este seja um ótimo momento para seguir o exemplo e apostar nessa equipa. Ou, em circunstâncias diferentes, talvez seja um ótimo momento para ignorar a tendência do público e apostar contra o Sporting em odds muito maiores do que normalmente aposta. Como sempre acontece com as apostas desportivas, cada cenário exige um conjunto único de ações.

Esta recomendação também é válida para a aposta over/under. O público normalmente favorece a aposta excessiva (quero dizer, quem não quer torcer por mais golos?). Se o dinheiro está sendo furiosamente colocado no over para um jogo, as apostas desportivas ajustarão as odds para atrair os apostadores a apostar no under. Depende do apostador se ele vai morder a isca da Casa de apostas e apostar nisso, ou confiar no público e seguir o exemplo. Por outro lado, se o público está realmente favorecendo o under, o apostador deve analisar cuidadosamente o porquê e apostar de acordo.

Aproveitando a tendência de apostas do público

Em primeiro lugar, é obviamente crítico saber como encontrar informações da ação pública. Acredite ou não, uma simples pesquisa no Google irá direcionar os apostadores para todas as percentagens disponíveis em diferentes jogos. (Infelizmente, os números reais em euros não estarão disponíveis. As apostas desportivas não divulgam essas informações.) Os sites oferecem quadros que mostram a percentagem das apostas feitas nos diferentes mercados de um jogo. É simples assim.

Quando o público favorece a equipa não favorita

Como mencionado acima, quando o público aposta mais no "underdog", algo está a acontecer. Seja qual for o motivo do favoritismo, isso pode representar uma excelente oportunidade para capitalizar. É muito fácil de entender. O público normalmente aposta nos favoritos. Quando o público não aposta no favorito, as pessoas devem ter um motivo forte para apostar na equipa não favorita. Aposte de acordo.

Como seguir a estratégia das odds altas nas apostas desportivas

Há um conselho fantástico que recebi quando era uma criança jovem e ingénua que sofria por comer muitos doces em pouco tempo: tudo é bom com moderação. Cerveja é boa. Uma caixa inteira de cerveja de uma vez só é algo mau. Gatorade tem um gosto muito bom. Certa vez, testemunhei alguém correndo para o hospital após consumir muito Gatorade num único dia. Futebol aos sábados e domingos são os melhores. Não há nada que irá fazer você sentir-se como um trapo tanto do que levantar do sofá depois de assistir a 10 horas seguidas de futebol num lindo dia de outono. Tudo é bom com moderação. Lembre-se disso.

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As apostas desportivas são difíceis

Para dar um exemplo, sabia que as apostas desportivas só em Las Vegas, nos Estados Unidos, geraram para as Casas de apostas físicas da cidade um recorde de € 230 milhões em 2017? Esse conhecimento instigaria instantaneamente a confiança em você para seguir o público e apostar muito dinheiro em qualquer que seja a aposta "popular" do dia? Espero que não. As apostas desportivas em Las Vegas ganharam esse dinheiro todo principalmente através das apostas mais populares nos desportos mais populares. Ganharam € 72 milhões no futebol, € 81 milhões no basquetebol e € 33 milhões no beisebol. Quer uma maneira infalível de perder dinheiro nas apostas desportivas? Não faça nenhuma pesquisa e simplesmente aposte nas apostas mais populares, sempre.

As apostas desportivas não são fáceis. Há uma razão pela qual até mesmo alguns dos melhores apostadores desportivos do mundo ganham apenas entre 53 a 55% das vezes. Se você pudesse seguir as tendências nas quais essa pequena percentagem de vencedores aposta, com certeza ganharia! Ou seja, se tem um amigo que acerta 55% das vezes, siga seu exemplo e aposte no que ele aposta! Para o resto de nós, pessoas normais, se estamos a seguir uma tendência de apostas, é a tendência das pessoas que perderam os referidos € 230 milhões em 2017 só em Las Vegas. Sim, isso não inspira muita confiança. Acredite em mim.

Seguindo o rebanho

Então, por que seguir o rebanho, isto é, as tendências? Bem, lembra-se daquele conselho sólido do primeiro parágrafo deste artigo? Tudo é bom com moderação. Se, por meio de qualquer método de pesquisa, você encontrar o que considera ser uma boa aposta, as tendências não devem importar. Se ganhar uma aposta, não se importa se é a única pessoa no mundo, ou uma em um milhão, que ganhou. Só porque um jogo tem uma tendência forte nem sempre é uma coisa má. Às vezes, pode até ser uma indicação positiva e tranquilizadora. Lembre-se sempre de que as Casas de apostas de Las Vegas tiveram o seu enorme lucro por um motivo.

Remando contra a maré

Se você não vai seguir o rebanho, então só lhe resta uma opção: vá contra a corrente. Isso também é conhecido como "desvanecimento do público". Fazer "desaparecer" o público é simplesmente apostar contra a escolha popular do mesmo. Muitas vezes, ignorar as tendências assume uma conotação negativa como sendo uma das únicas estratégias que os apostadores amadores sabem executar. Se você, no entanto, realmente acredita que apostar contra a opinião pública 100% do tempo, sem exceções, resultará num lucro enorme, então, meu amigo, provavelmente não deve apostar em nada. Claro, ignorar as preferências da maioria dos apostadores o tempo todo, todas as vezes, não vai funcionar. Caramba, se isso acontecesse, todo o mundo faria isso, e essa opção desapareceria. Lembre-se do nosso lema: Tudo é bom com moderação.

Plano de ação

Então, como esta estratégia pode ser implementada com sucesso, pergunta você? Simplificando, reconhecendo e observando quando as tendências apresentam uma oportunidade maior de sucesso. Quando uma aposta ou equipa torna-se uma escolha popular, muitas vezes a Casa de apostas melhora a odd da outra equipa, ou seja, eleva-a. Quando isso acontece, uma grande oportunidade abre-se para os apostadores e este é o momento perfeito para dissolver o público. Muitos apostadores não percebem, mas quando uma equipa recebe 80% ou mais das apostas, a outra equipa ganha 53% das vezes. E quando a outra equipa é o "underdog", esse número sobe para 56%. Ganhar entre 53 a 56% das vezes é bom. Muito bom.

Reconhecer quando uma oportunidade como esta se apresenta não é tão difícil quanto pode parecer. Ao simplesmente pesquisar online as tendências de apostas públicas, muitos sites oferecem todas as informações necessárias. Verifique os jogos com diferenças muito grandes nas percentagens de apostas públicas. Quando encontrar vários, procure o melhor, aquele com mais potencial, e aposte!

Atlântida: a ilha que fez explodir um império

Outrora, uma bela ilha, próspera e poderosa, dominava um império que se estendia até à África e à Europa. Os seus habitantes, cultos e versados nas artes da guerra, praticavam atos atentatórios contra a moral, em castigo dos quais foram submersos pelas águas do mar, que os engoliram.

Assim escreveu o filósofo grego Platão, cuja narração, desafiando embora a lógica da História e da geologia, forneceu, durante largos séculos, material para românticos e para poetas.

Platão deu a este paraíso perdido, que localizava para além das Colunas de Hércules, atualmente conhecidas como o estreito de Gibraltar, o nome de Atlântida. Sendo uma terra mais vasta que a Líbia e a Ásia, apenas podia ter existido nesse imenso oceano a oeste da Grécia – o Atlântico.

Foi, provavelmente, devido à reputação de grande erudito de que Platão gozava que a sua interpretação do fenómeno foi aceite sem contestação – pois todos os factos conhecidos indicam a possibilidade de existência de semelhante ilha no Atlântico. A referência de Platão era baseada em relatos feitos pelo seu antepassado Sólon, que, por sua vez, os ouvira a sacerdotes egípcios. Segundo estes, o desastre ocorrera 9000 anos antes do nascimento de Sólon. A evidência geológica, porém, demonstra que o oceano Atlântico existe no seu estado atual há vários milhões de anos e não contém qualquer vestígio de uma ilha outrora habitada e afundada sob a sua superfície.

A civilização descrita por Platão era muito semelhante à do Império Minóico, que existira na ilha de Creta. Era uma sociedade altamente desenvolvida, com leis escritas, conhecimentos sobre metalurgia e técnicas de engenharia, que incluíam a abertura de canais, túneis, obras portuárias, instalação de ar condicionado em habitações e até instalações sanitárias com o equivalente ao moderno autoclismo.

No final do século XV a.C. esta civilização desapareceu tão abrupta e misteriosamente como a Atlântida de Platão. Durante séculos, o seu desaparecimento intrigou os historiadores, que não compreendiam a extinção abrupta de uma civilização tão desenvolvida. Recentes descobertas sugerem, porém, que o Império Minóico foi destruído por uma explosão vulcânica.

Sabe-se que a ilha vulcânica de Thera, no mar Egeu, explodiu cerca de 1470 a.C. A cratera, de 1500 metros de altura, emergiu com uma violência tal que a parte central da ilha desapareceu numa cova 360 metros abaixo do nível do mar. A área em torno, atualmente conhecida como ilha de Santorini, ficou coberta com uma camada de cinzas vulcânicas de 30 metros de espessura, sob a qual foram descobertas as ruínas do Império Minóico.

Este cataclismo relaciona-se, provavelmente, com o que destruiu a Atlântida; porém, como tantas vezes sucede quando a História é traduzida ou reescrita, Platão interpretou incorretamente os escritos de Sólon. Se tivesse ocorrido 900 anos, e não 9000, antes do nascimento de Sólon, o desaparecimento da Atlântida aproximar-se-ia no tempo da erupção de Thera. É ainda provável que Platão tenha traduzido erradamente o número indicador da área da Atlântida, que seria de 200 000 km², e não 2 milhões. Uma ilha com estas dimensões poderia perfeitamente localizar-se no mar Egeu.

Confusão entre vocábulos

Duas outras possibilidades sustentam a hipótese de Platão ter cometido um erro. O vocábulo grego que significa «maior do que» é muito semelhante à palavra que traduz «a meio caminho». Ficaria a Atlântida a meio caminho entre a Líbia e a Ásia, não sendo «maior do que» ambas? E seriam as Colunas de Hércules realmente o estreito de Gibraltar? Dois promontórios na costa da Grécia, próximo de Creta, são denominados também Colunas de Hércules.

As provas de que se dispõe parecem ter desvendado o mistério da Atlântida.

Os arqueólogos descobriram sob as cinzas de Santorini uma cidade inteira, cujas semelhanças com a fabulosa Atlântida não permitem que subsistam muitas dúvidas sobre o carácter lendário do paraíso de Platão.

4 mercados bons para apostar na NBA

Entre os apostadores, profissionais ou amadores, apostar na NBA é muitas vezes visto como algo muito incerto, devido aos esforços dos jogadores constantemente em questão e o "gerenciamento de carga de jogos" sendo uma constante durante toda a liga. Embora certamente haja alguma razão nessa linha de pensamento, aqueles que seguem a NBA de perto e conhecem não apenas as equipas, mas também os jogadores e os pontos fortes e fracos dos treinadores, podem identificar vantagens para lucrar regularmente.

A 22Bet é o melhor site para apostar na NBA, dado que oferece as odds mais altas e disponibiliza todos os mercados presentes neste artigo. Clique aqui e registe-se.

Quando uma temporada da NBA está quase na metade, a forma e o desempenho das equipas começam a formar padrões. No que diz respeito às apostas, o V1/V2 e os totais (over/under) são importantes em todos os desportos e na NBA não é diferente. Vamos então examinar algumas das maneiras mais populares de apostar na NBA, que os apostadores iniciantes podem não estar cientes e que podem começar a adicionar ao seu arsenal de opções de apostas.

1. Vitória em cada quarto

Ao contrário de um jogo de futebol, que é dividido em duas metades, a NBA oferece quatro períodos em que podemos apostar na vitória de uma das duas equipas em cada um dos quatro períodos. As apostas dos quartos da NBA oferecem uma oportunidade para os apostadores que identificam uma vantagem na motivação de uma equipa no jogo, no primeiro ou último período, ou no ritmo em que a partida se desenrola.

2. Total de pontos

Assim como na maioria dos outros desportos importantes, o menu de apostas da NBA oferece os totais das equipas em todos os jogos. O total de uma equipa é simplesmente quantos pontos ela marcará no jogo, independentemente de quantos pontos o seu adversário marcará.

3. Equipa a chegar primeiro aos 20 pontos

Esta é uma opção de apostas bastante única e só está realmente disponível na NBA. Esse tipo de aposta é tão simples quanto parece: apostamos simplesmente em qual será a primeira equipa a chegar à marca dos 20 pontos.

4. Equipa a pontuar primeiro

Embora o mercado da equipa que marque primeiro seja comum em muitos dos principais desportos, poucos terminam de forma tão rápida e concisa quanto a NBA. Esta aposta também é o que parece: apostamos em qual será a primeira equipa a colocar a bola no cesto.