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Robert Coates: o pior ator do mundo

Robert Coates era um ator tão mau que se tornou a vedeta do Regency de Londres. Atraía público de muito longe, que se deslocava apenas com a intenção de verificar se ele era tão mau como se dizia. Coates não os desapontava. A sua incompetência quase atingia o génio dramático.

Numa peça em que supostamente morria, Coates retirou da algibeira um lenço de seda, estendeu-o cuidadosamente sobre o palco e em seguida colocou sobre ele a sua requintada cabeleira, de forma a poder morrer em grande estilo. Encantada com tal atuação, a assistência pediu a repetição da cena e exigiu que o ator «morresse» várias vezes.

Coates nascera em 1772 na ilha de Antígua, nas Índias Ocidentais, filho de um rico comerciante e proprietário de plantações. Mas foi em Inglaterra, onde estudou, que adquiriu a paixão pelo teatro. Durante anos usou um traje de Romeu recamado de jóias, sem nunca ter sido convidado para desempenhar esse papel.

Finalmente, a oportunidade por que tanto ansiara surgiu, e no dia 9 de fevereiro de 1810 fez a sua primeira aparição em cena como Romeu. Estreou-se na cidade de Bath, então centro do mundo da riqueza e da moda.

A sua representação escandalosa transformou-se rapidamente num êxito sensacional e espectacular.

Em breve alcançava sucesso ainda maior em Londres, onde reescreveu Shakespeare, improvisando escandalosamente e interrompendo a execução para se dirigir à assistência no meio das cenas, ameaçando muitas vezes descer do palco e lutar contra aqueles que riam demasiado alto.

Mas o riso implantara-se, de facto, na assistência. Coates continuou a representar para públicos numerosos, que incluíam personalidades como o príncipe regente. Ganhou uma fama tão considerável que se permitia exibir passeando numa carruagem em forma de timbale, pintada em cores berrantes, puxada por dois cavalos brancos e que, lateralmente, ostentava um galo heráldico com a sua divisa: «Enquanto viver cantarei.»

E assim continuou até aos 75 anos, idade em que teve um final dramático. Ao atravessar uma rua de Londres para ir buscar o seu binóculo de ópera que deixara no teatro, foi atropelado por um cabriolé, morrendo pouco depois.

John Mytton: o fidalgo perdulário

Os convidados encontravam-se já reunidos para o jantar quando surgiu o anfitrião montado num urso. Os próprios convivas ficaram surpreendidos, embora estivessem já acostumados às excentricidades do célebre John Mytton, um fidalgo rural e caçador apaixonado do Shropshire, um condado no oeste de Inglaterra.

Mas o seu divertimento transformou-se em alarme quando Mytton cravou as esporas no seu corcel, que o mordeu selvaticamente numa perna – um final característico das suas aventuras.

Uma ocasião, Mytton conduziu o seu cabriolé a toda a velocidade contra um viveiro de coelhos para ver se o seu veículo se voltava, o que aconteceu. Na sua subsequente procura de conhecimentos, decidiu demonstrar que uma carruagem puxada por um cavalo não era capaz de saltar sobre uma barreira, o que de facto provou.

O desporto e a bebida – ingeria quase 8 garrafas de vinho do Porto por dia e quase outras tantas de brandy – eram as duas grandes paixões da sua vida. Saía para caçar usando roupa levíssima, ou mesmo sem qualquer roupa, em pleno rigor do inverno.

Mytton era muito admirado pela sua generosidade. Lançava maços de notas aos amigos e servidores, ou mesmo para uma sebe. O pai deixara-lhe 60 000 libras em dinheiro e um rendimento de cerca de 10 000 por ano – fortuna que ele dissipou em menos de 15 anos.

Assombroso foi que lhe durasse tanto tempo. Mytton morreu em 1834, com 37 anos de idade, na prisão de King's Bench, especificamente destinada a endividados. O seu cadáver foi levado para o solar da família, Halston Hall, em Shropshire, onde, na presença de 3000 amigos e companheiros de caçadas, foi sepultado.

A verdade acerca de Vénus

Embora Vénus se encontre consideravelmente mais perto do Sol do que a Terra – respetivamente 107 e 149 milhões de quilómetros –, a sua superfície é protegida do calor escaldante por uma nuvem densa e permanente. Apenas há 100 anos os astrónomos imaginavam, sob esta nuvem, um planeta palpitante de vida: uma espécie de floresta tropical e saturada de vapor, que alguns astrónomos mais imaginativos viam percorrida por monstros semelhantes a dinossauros, enquanto outros interpretavam o halo luminoso que por vezes se avista em torno de Vénus como o brilho de cidades durante a noite.

Agora que as nuvens venusianas foram atravessadas por sondas espaciais norte-americanas e russas, as construções fantasistas ruíram, vindo a provar-se que a realidade é muito diferente. O planeta, cuja temperatura à superfície é de 500ºC, está envolvido por um gás venenoso, o dióxido de carbono. Poeiras e cristais de gelo fundem-se conjuntamente num smog amarelado, que só ocasionalmente é atravessado por uma pálida luz solar, que empresta às rochas um brilho avermelhado.

Em torno tudo é areia juncada de calhaus, que as constantes tempestades de pó moldaram em formas estranhas. O calor asfixiante não permite o desenvolvimento de qualquer espécie de vida conhecida. As partículas de gelo existentes na nuvem derretem-se e transformam-se em vapor muito antes de, sob a forma de chuva, poderem cair na superfície do planeta.

As dimensões de Vénus, cujo diâmetro é de 12 320 km e cuja força de gravidade é ligeiramente inferior à da Terra, quase equivalem às deste planeta, com um diâmetro de 12 681 km. O movimento de rotação de ambos os astros processa-se em sentidos opostos, pelo que um homem a quem fosse dado aterrar em Vénus e descortinar o Sol através da nuvem de smog que o encobre veria esta estrela nascer a oeste e pôr-se a leste. Não existem estações em Vénus, e como o planeta necessita de 243 dias para completar um movimento de rotação e apenas de 224,7 dias para descrever uma órbita em torno do Sol, um dia venusiano é mais longo do que um ano.

Um dos problemas de mais difícil resolução que os cientistas teriam de enfrentar antes de lhes ser possível ventilar sequer a hipótese da possibilidade de concretização de um voo de 3 meses até Vénus seria o da enorme pressão atmosférica de 105,4 kg/cm², 100 vezes superior à exercida pela atmosfera terrestre. Assim, mesmo que um astronauta pudesse sobreviver a todos os outros perigos, seria mortalmente esmagado, a menos que dispusesse de equipamento de proteção adequado.

Apesar do caráter pouco atraente da realidade sobre Vénus revelada pelos astrónomos modernos, este planeta desde sempre excitou as imaginações fantasiosas. Mas só se o seu permanente invólucro de nuvens se dispersasse, permitindo à água atingir a superfície e libertar oxigénio na atmosfera, se tornaria possível que este sombrio inferno sem vida sofresse uma transformação, aproximando-se de algum modo do sonho de muitos dos escritores de ficção científica.

Koniagas: uma nação de homens que se identificavam com cães

Muitos possuidores de cães orgulham-se do pedigree dos seus animais. Mas os Koniagas, uma tribo de índios da América do Norte, imaginam-se descendentes do cão, que consideram o seu mais antigo antepassado. E a lenda de uma raça de homens com cabeças de cão repete-se em muitas e diferentes civilizações.

Os escritos de Sir John Mandeville, autor medieval, contêm um dos relatos mais interessantes: «Percorrendo os oceanos e ultrapassando muitas ilhas, chega-se a uma chamada Nacumera, de clima ameno e beleza paisagística, cujo perímetro mede mais de 1500 km. Todos os homens e mulheres dessa ilha têm cabeças de cão, pelo que são chamados cinocéfalos (cabeças de cão em grego).

Segundo Marco Polo, este povo vivia nas ilhas Andaman, no golfo de Bengala. O mito dos homens-cães nasceu provavelmente das primeiras observações de babuínos de focinhos proeminentes, semelhantes aos dos cães.

S. Cristóvão aparece em algumas representações orientais ostentando uma cabeça de cão. Segundo a lenda, era invulgarmente belo, razão pela qual era constantemente assediado pelas mulheres, em virtude do que pediu a Deus que lhe desse uma cabeça de cão como forma de proteção. Possivelmente, a história remonta aos primeiros tempos do cristianismo quando o culto egípcio do deus com cabeça de cão, Anúbis, terá sido confundido com histórias sobre S. Cristóvão.

Jack dos Saltos de Mola: Super-homem com olhos de demónio

Surgiu das neblinas da noite, dando saltos enormes, o super-homem que manteve uma nação dominada pelo terror durante mais de 60 anos.

A princípio, não passava de um boato. Não despertaram grande interesse as primeiras notícias, divulgadas por pessoas que transitavam por Barnes Common, na zona sudoeste londrina, que afirmavam ter visto um vulto aterrorizante que cruzava o seu caminho atravessando o espaço em grandes saltos. Mas os relatos persistiam, até que foram confirmados de forma pavorosa um ano mais tarde, em fevereiro de 1838.

Jane Alsop era jovem e atraente. Vivia com duas irmãs e o pai numa ruela de Londres, em Bow, chamada Bearhind Lane. Ouvira falar do homem fantasma a quem chamavam Jack dos Saltos de Mola, mas era demasiado sensata para acreditar em tais fenómenos.

Uma noite, porém, bateram violentamente à porta. Jane foi abrir. O homem que se encontrava junto ao portão, oculto pelas sombras da noite, voltou-se. «Sou da polícia – disse. – Pelo amor de Deus traga-me uma luz, pois apanhamos Jack dos Saltos de Mola aqui na rua.»

«Afinal de contas as histórias que se contavam eram verdadeiras», pensou Jane, presa de excitação, enquanto corria a buscar uma vela.

Porém, quando a entregou ao homem que se encontrava ao portão, ele agarrou-a pelo pescoço e enfiou a cabeça da jovem sob o braço. Depois, rasgou-lhe o vestido e arranhou-lhe o corpo. Ela gritou e conseguiu libertar-se. O homem perseguiu-a, agarrou-a pelo cabelo e arranhou-lhe a cara e o pescoço. Uma irmã de Jane, ouvindo-a gritar, correu para a rua e deu o alarme. Porém, antes que alguém o pudesse deter, Jack elevou-se a grande altura e desapareceu na escuridão.

Jane descreveu mais tarde o homem que a atacara aos magistrados de Lambeth. «Usava uma espécie de elmo e um fato branco muito justo, como um oleado. A sua cara era medonha, os olhos pareciam bolas de fogo. As mãos tinham grandes garras, e vomitava chamas azuis e brancas.»

Esta descrição seria numerosas vezes repetida nos anos seguintes. Os saltos, as chamas e os olhos infernais seriam sempre mencionados como pormenores identificados da estranha personagem.

Lucy Scales, uma jovem de 18 anos, era irmã de um respeitável carniceiro de Limehouse. Acabara de sair, uma noite, de casa do irmão e dirigia-se para a sua com uma irmã quando, ao atravessarem a Green Dragon Alley, uma zona solitária, uma figura de elevada estatura, envolta numa capa, saltou das sombras. Lançou chamas azuis à cara de Lucy, cegando-a.

Durante as décadas de 1850 e 1860, Jack dos Saltos de Mola foi visto por toda a Inglaterra, especialmente nos Midlands.

Na década seguinte, as autoridades do Exército tentaram capturá-lo através de armadilhas, depois de várias vezes um homem saltar da escuridão, aterrorizando as sentinelas ao esbofeteá-las com uma mão gelada ou saltando sobre as suas guaritas. Habitantes de Lincoln, enfurecidos, dispararam contra ele na rua, numa noite de 1877. Como sempre, a personagem misteriosa deu uma gargalhada e desapareceu.

Atualmente ainda, ignora-se completamente quem – ou o quê – era Jack. Durante algum tempo, as suspeitas recaíram sobre o jovem e excêntrico marquês de Waterford. Mas, embora fosse um indivíduo turbulento da sociedade vitoriana, o Marquês Louco, como lhe chamavam, era inofensivo.

Os olhos infernais de Jack foram vistos pela última vez em 1904, em Everton, Liverpool – 67 anos depois das primeiras aparições em Barnes –, onde ele espalhou o pânico numa noite percorrendo as ruas aos saltos, pulando dos pavimentos para os telhados e destes para o chão. Quando alguns dos mais corajosos o tentaram encurralar, limitou-se a desaparecer misteriosamente na escuridão donde viera – e desta vez talvez para sempre.

A noite em que fantasmas, bruxas e demónios andam à solta

À semelhança do que acontece no Natal e na Páscoa, também os festejos da véspera do Dia de Todos os Santos têm origem numa celebração pagã, apesar de o seu nome derivar de uma festa da liturgia cristã.

Esta festa, introduzida no século VII para comemorar todos os santos e mártires que não eram celebrados em nenhum dia particular, realizava-se no dia 13 de maio. No século VIII, porém, o Dia de Todos os Santos passou a ser celebrado a 1 de novembro, o que aboliu uma festividade pagã festejada nessa data.

O dia 31 de outubro, véspera de 1 de novembro, a última noite do ano no antigo calendário celta, era celebrado como o final do verão e da sua fertilidade. Era um festival que os celtas do Norte da Europa celebravam acendendo grandes fogueiras para auxiliarem o Sol durante o inverno.

O inverno, que evocava também a frialdade e a escuridão da sepultura, era a altura em que os fantasmas deambulavam e os espíritos sobrenaturais, bruxos e feiticeiras realizavam as suas festas.

Só a partir do final do século XVIII e começo do XIX a véspera do Dia de Todos os Santos se transformou, em alguns países, num dia de diversão para as crianças, celebrado com trajes de fantasia, lanternas e jogos. Anteriormente era considerada como uma noite de medo, durante a qual os homens sensatos, respeitando os duendes e os demónios errantes, se conservavam em casa.

Nos séculos XVII e XVIII, no entanto, os mascarados – pessoas com máscaras misteriosas e trajes de fantasia – andavam habitualmente de casa em casa, cantando e dançando, para afastar o mal, ou como representando os fantasmas e demónios da noite.

Partida ou tratamento

Este hábito sobrevive ainda em muitas partes do mundo como uma mascarada para crianças. Na América do Norte, estas andam de porta em porta, em traje de fantasia, num ritual conhecido como trick or treat (partida ou tratamento).

Levam habitualmente um saco ou uma fronha de almofada e ameaçam pregar uma partida aos donos da casa se não receberem um «tratamento» na forma de doces ou bolachas.

A lanterna da véspera de Todos os Santos, feita de uma abóbora-menina ou nabo, a que é retirado o miolo, é uma reminiscência dos dias em que eram realizadas ofertas de alimentos aos espíritos dos mortos.

O problema da impaciência nas apostas desportivas

Algo importante nas apostas desportivas é saber quando apostar. Com sites de apostas online a tornar a colocação de apostas algo muito fácil de fazer, e a oferecer muitos mercados onde se pode tentar a sorte, é muito fácil haver um exagero de apostas. Colocar um monte de apostas pode potencialmente trazer algum sucesso, com uma estratégia adequada, mas é geralmente muito melhor ser seletivo e só apostar quando há uma razão muito boa para fazê-lo.

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Isso pode soar simples o suficiente para fazer, mas muitos apostadores sofrem com impaciência. O desejo de fazer uma aposta, mesmo que não haja uma razão real para fazê-lo, pode ser esmagadora. Isso pode levar a colocar apostas especulativas que não são devidamente pensadas, e isso não é exatamente uma receita para o sucesso.

Lidar com a impaciência pode ser um desafio. É muito fácil para nós dizer que você precisa ser paciente, mas não é necessariamente tão fácil de fazer. O melhor conselho que podemos dar é apenas que tenha a certeza absoluta de que está apostando pelas razões certas. Antes de você colocar uma aposta, pergunte-se porque está a fazê-lo. Se não lhe ocorrer uma resposta sólida a essa pergunta, é porque provavelmente não é uma aposta que você deve colocar.

A importância da confiança nas apostas desportivas

Não é fácil desenvolver estratégias que tenham sucesso nas apostas desportivas, mas é certamente possível. Mesmo as melhores estratégias, no entanto, resultarão em algumas apostas perdedoras. Pode ser difícil manter uma estratégia que não está a gerar um retorno imediato, razão pela qual a confiança é tão importante nas apostas desportivas. Se você não tem nenhuma fé nas suas próprias habilidades, vai acabar apostando por impulso em vez de apostar segundo a sua estratégia, e é provável que isso não termine bem.

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Depois de ter decidido sobre a abordagem que vai seguir nas suas apostas, tem que a manter por um tempo, mesmo se passar por uma série de apostas perdidas. Nunca deve assumir automaticamente que está fazendo algo de errado. Tenha confiança que está tomando as decisões certas nas alturas certas.

Com isso dito, o excesso de confiança pode ser tão prejudicial como a falta de confiança. Se você tiver uma confiança cega na sua estratégia de apostas pode continuar a insistir nela por muito tempo, mesmo que ela se mostre errada, talvez culpando a má sorte em vez de aceitar que há algo errado com a sua estratégia. Nesse caso, o que deve fazer é analisar porque a sua abordagem às apostas não está a correr bem.

Obter um justo equilíbrio de confiança é difícil. Você tem que ser capaz de lidar com algumas perdas sem perder a fé em si mesmo, mas tem igualmente de estar preparado para aceitar que é capaz de cometer erros e que não é perfeito.

Uma boa maneira de tentar atingir o equilíbrio certo é certificar-se de que gasta tempo suficiente a analisar as apostas que está fazendo e os resultados delas. Se realmente acreditar que está a seguir uma estratégia unicamente baseada na estatística e pelas razões certas, então deve continuar com a sua estratégia, mesmo se os resultados não forem positivos no início. Você deve, no entanto, definir algum tipo de limite de perdas, para forçar-se a olhar para possíveis falhas na sua estratégia, se realmente não parecer estar a funcionar.

As apostas ao vivo são melhores do que as apostas regulares?

Se você é um apostador desportivo com uma séria necessidade de emoção e uma tolerância ao alto risco, pode estar interessado em apostas ao vivo. Inicialmente oferecidas apenas na pista de cavalos, as apostas ao vivo já estão disponíveis para quase todos os desportos e países. No entanto, se acha que é incapaz de lidar com a empolgação, é melhor seguir o caminho tradicional. As apostas ao vivo não são para todos.

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As apostas ao vivo foram possíveis em larga escala graças à tecnologia. No passado, a única maneira de apostar em um jogo em jogo era assisti-lo com seu agente de apostas. Mesmo assim, ele ou ela podia não aceitar a aposta.

A Internet certamente mudou as coisas. A ascensão das Casas de apostas online facilitou a realização de todo tipo de apostas verdadeiramente complexas e realmente ousadas. Ofertas de apostas ao vivo certamente caem na categoria ousada.

As apostas ao vivo são executadas em tempo real e podem ser negociadas. Você pode optar por essa estratégia de apostas, como faria com um investimento em ações. No entanto, o nível de risco em apostas ao vivo é muito alto. No final da partida, apenas as apostas vencedores são pagas e todas as outras são normalmente avaliadas em zero, o que não acontece no investimento em ações.

Colocar uma aposta antecipadamente também significa menos risco porque geralmente você faz isso com uma cabeça mais fria. No calor do momento, poderá colocar algumas apostas bastante tolas, e isso pode levar a grandes perdas para os imprudentes. Não quer que isso aconteça com você, então não se esqueça de evitar apostas ao vivo se sabe que nem sempre escolhe sabiamente sob pressão.

No entanto, se feito corretamente, as apostas ao vivo podem realmente ajudar a mantê-lo envolvido durante uma partida. A capacidade de ajustar a sua estratégia ao longo de um torneio também pode ajudar a contabilizar as lesões ou substituições de última hora que podem prejudicar os apostadores regulares. Há potencial de lucro nas apostas ao vivo, se você conseguir manter a cabeça fria. Boa sorte!

A importância da motivação das equipas na hora de apostar

Muitos apostadores – a maioria, eu diria mesmo – não gostam de apostar em equipas que geralmente perdem. Tendem, pelo contrário, a apostar muito dinheiro nos favoritos, apesar de os potenciais ganhos não compensarem o risco. Em muitos casos isso faz sentido – geralmente há boas razões para uma equipa perdedora ter poucas hipóteses de ganhar uma partida. Às vezes, no entanto, ignorar esses "underdogs" (não favoritos) ​significa que você está a perder boas chances de ganhar um bom dinheiro.

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O poder dos "underdogs" é fácil de entender – uma vitória deles gera um lucro tão bom que nem é preciso apostar muito dinheiro. O problema, no entanto, é que as equipas com odds altas não são capazes de ganhar as vezes suficientes para gerar um lucro consistente, o que significa que você vai à "falência" apostando neles. O truque, então, é saber avaliar quando uma equipa não favorita pode ser uma boa aposta, e quando não é.

Se um jogo tem um grande favorito, então são boas as chances de que, se ambas as equipas estiverem a jogar no seu melhor, o favorito vencerá. Se assiste a muitas partidas, sabe que as equipas às vezes não jogam nada. Às vezes, esses jogos são uma surpresa total. Outras vezes, no entanto, você poderá adivinhar antes de o jogo começar que um clube estará significativamente mais motivado do que o outro.

O exemplo mais comum disso é no final de uma temporada, quando a equipa favorita já alcançou os seus objetivos mas o "underdog" ainda não. Nessas ocasiões, as equipas favoritas disputam a partida com jogadores que não costumam ser titulares, enquanto que a equipa mais fraca joga na sua maior força. Se estiver atento a essas jornadas, e à classificação, poderá vislumbrar boas hipóteses de ganhar um bom dinheiro apostando nos "underdogs".

Tudo depende da motivação para o jogo da equipa mais fraca. Estará ela suficientemente motivada para vencer uma equipa mais forte? Esteja atento às circunstâncias dos jogos, porque geralmente estas são muito mais importantes do que o historial das equipas nas partidas entre as mesmas.