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D. Frei Miguel de Távora

D. Frei Miguel de Távora (1683-1759) foi um arcebispo de Évora, filho do segundo marquês de Távora, nascido em Lisboa.

Professou na Ordem dos eremitas de Santo Agostinho; aluno e professor de Teologia na Universidade de Coimbra, provincial da sua Ordem, inquisidor-geral, regedor das Justiças e arcebispo de Évora por nomeação de D. João V (1739).

Não resistiu à condenação da sua família pelo Marquês de Pombal, à expulsão da Companhia de Jesus e ao encerramento da Universidade de Évora, falecendo pouco depois.

Rodrigo de Triana

Rodrigo de Triana foi um marinheiro espanhol que acompanhou Cristóvão Colombo na viagem de descobrimento da América e a que a tradição atribuiu, sem muito fundamento, ter sido o primeiro a avistar as novas terras americanas, na madrugada de 12 de outubro de 1492.

Tratado de Santo Estêvão

O Tratado de Santo Estêvão foi um acordo entre a Rússia e a Turquia, assinado a 3 de março de 1878, que pôs termo à Guerra Russo-Turca de 1877-78 e concedeu a independência ao Montenegro, à Sérvia e à Roménia.

Com este convénio aumentou consideravelmente a influência da Rússia nos Balcãs e no Mediterrâneo oriental. O Tratado de Santo Estêvão foi alterado no Congresso de Berlim.

Nise da Silveira é homenageada com um Google Doodle

O Google Doodle deste sábado, dia 15 de fevereiro, comemora a psiquiatra brasileira visionária Nise da Silveira (1905-1999) no 115.º aniversário do seu nascimento. Uma das poucas mulheres em medicina no seu tempo, ela desafiou com ousadia as práticas psiquiátricas estabelecidas, sendo pioneira numa abordagem mais humana do atendimento ao paciente.

Nascida em 1905, na cidade de Maceió, formou-se em medicina em 1926, com apenas 21 anos, sendo a única mulher na sua classe. Quando Nise da Silveira começou a trabalhar num centro psiquiátrico nacional em 1933, ficou desanimada com os duros procedimentos médicos que os médicos usavam para tratar doenças mentais, como a esquizofrenia.

Desafiando bravamente as práticas estabelecidas, Nise começou a estudar e advogar por tratamentos de reabilitação mais compassivos. Ela desenvolveu oficinas de arte para os pacientes expressarem o funcionamento interno de suas mentes através da pintura e escultura, e mais tarde tornou-se uma das primeiras a incorporar animais na sua prática como "co-terapeutas". A nova abordagem de Da Silveira mostrou-se altamente bem-sucedida na reabilitação de seus pacientes, abrindo caminho para uma maneira totalmente nova de pensar sobre o atendimento psiquiátrico.

O Museu de Imagens do Inconsciente de Da Silveira ("Imagens do Museu do Inconsciente") permanece aberto até hoje, mantendo uma coleção de mais de 350 mil peças de obras de arte criadas por pacientes. O seu trabalho inspirou inúmeros outros, levando ao estabelecimento de instituições terapêuticas no Brasil e no mundo.

Tratado de Lausana

O Tratado de Lausana foi um acordo celebrado em 1923 entre as potências aliadas da Primeira Guerra Mundial e a Turquia, em substituição do Tratado de Sèvres (1920), que os nacionalistas turcos de Mustafá Kemal Atatürk se recusaram a aceitar.

Pelo novo tratado, os estreitos foram desmilitarizados e abertos aos barcos de todos os países, independentemente da sua carga, tanto em tempos de paz, como em tempo de guerra, desde que a Turquia fosse neutral.

Tratado de Lunéville

O Tratado de Lunéville foi assinado em 9 de fevereiro de 1801, entre a Áustria e a França, e determinou a incorporação na França de toda a margem ocidental do Reno.

Luísa Todi

Luísa Todi (1753-1833) foi uma cantora portuguesa, nascida em Setúbal. O seu apelido vem-lhe do marido, o violinista italiano Francisco Saveiro Todi, com quem casou aos 46 anos de idade.

Estreou-se como meio-soprano (1771) e no ano seguinte cantava em Londres Le Due Contesse, de Paisiello. Com a atuação em Paris (1778), torna-se uma das grandes cantoras do seu tempo, permanecendo nas cortes da Prússia e de Catarina da Rússia.

Regressou a Portugal, voltando a viajar pelo estrangeiro. Retira-se em 1796 e anos depois é acometida de cegueira, morrendo em Lisboa.

Albio Tíbulo

Albio Tíbulo foi um poeta elegíaco latino, de família patrícia residente perto de Pedum, entre Tíbur e Praeneste. Acompanhou o seu mecenas, Mesala, na campanha contra os Aquitanos (31 a.C.) e mais tarde numa missão ao Oriente, durante a qual adoeceu em Corcira (Corfú), tendo de regressar a Roma.

Às suas elegias, agrupadas em dois livros e dirigidas sobretudo às suas amantes, a quem chama Delia e Nemésis, falta a paixão das elegias de Catulo. Albio Tíbulo faleceu em 19 a.C.

Conde de Tentúgal

Título concedido, em 1504, ao 1.º marquês de Ferreira, D. Rodrigo de Melo. Em 1610, este título foi declarado de jure e automaticamente herdado por todos os marqueses de Ferreira.

Teodolinda dos Lombardos

Teodolinda foi rainha dos Lombardos pelo seu matrimónio com Autaro (589). À morte do seu marido (591), casou com o seu cunhado Agilulfo, duque de Turim, convertendo-o ao Catolicismo, iniciando-se assim a conversão dos Lombardos.