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O místico hindu Krishnamurti

Em 1925 foi construído, sobranceiramente a Sydney, um anfiteatro de 2000 lugares, cujos custos importaram em 20 000 libras, destinado ao Segundo Advento de Cristo. Os membros da Ordem da Estrela do Leste, presidida pelo místico hindu Krishnamurti, criam que Cristo encarnado regressaria em breve à Terra, caminhando sobre o oceano Pacífico até ao anfiteatro. Quando, em 1929, verificou que a predição não se cumprira ainda, o grupo dissolveu-se e o local é agora ocupado por um bloco de apartamentos.

Heliogábalo: um imperador que se divertia a governar

Ninguém ousava recusar um convite para jantar com o imperador romano Heliogábalo, embora isso significasse geralmente uma noite muito desagradável – ou, pior ainda, uma morte particularmente terrível.

De facto, o jovem imperador dedicou o seu curto reinado a pregar partidas extremamente cruéis a alguns dos seus infortunados súbditos.

Uma das suas diversões predilectas consistia em convidar para jantar os sete homens mais gordos de Roma, que se sentavam em almofadas de ar, as quais eram furadas pelos escravos, fazendo cair os obesos convidados. A outros convivas era servida uma ementa composta de pratos confeccionados com vidro, mármore ou marfim, que a etiqueta obrigava a comer.

Quando se servia comida autêntica, os convidados poderiam encontrar aranhas na geleia ou excremento de leão nos pastéis. Alguém que adormecesse após um jantar suculento arriscava-se a acordar rodeado de leões, leopardos e ursos. Se sobrevivesse ao choque, descobriria que os animais estavam domesticados.

Heliogábalo, que reinou entre os anos 218 e 222, era um grande apreciador de animais; a sua quadriga era frequentemente puxada por cães, veados, leões ou tigres. Mas era do mesmo modo capaz de chegar a uma sessão de Estado num carro puxado por mulheres nuas.

Mandava frequentemente os seus escravos apanhar teias de aranha, rãs, escorpiões ou cobras venenosas, que depois enviava, como presentes, aos seus cortesãos.

Em determinada ocasião concebeu a ideia, aparentemente agradável, de lançar pétalas de rosas sobre os convidados de um dos seus jantares. Simplesmente, tão grande foi a quantidade usada que alguns morreram asfixiados.

As suas extravagâncias esgotaram as reservas do Estado. O imperador chegou a mandar construir um magnificente quarto de banho, que apenas utilizou uma vez, após o que ordenou a sua demolição.

Mas Roma não aprovava o seu elevado padrão de vida, nem partilhava do seu mórbido sentido de humor. Finalmente, a sua própria guarda pretoriana assassinou-o, por ordem da sua avó, sendo o seu corpo arremessado ao rio Tibre. Tinha apenas 19 anos de idade.

As Maravilhas da Antiguidade

Se se quiser saber alguma coisa sobre as atuais maravilhas do mundo, será mais acertado recordar primeiro quais foram as sete maravilhas da Antiguidade. Todos se lembram delas. Em primeiro lugar, as Pirâmides de Gizé, no Egito, depois os Jardins Suspensos de Semíramis, na Babilónia, depois... E aqui começa-se a hesitar, o que não admira se tivermos em conta que, à parte as Pirâmides do Egito, já não existe qualquer das outras maravilhas da época clássica.

Seis dos sete admiráveis monumentos e esculturas da Antiguidade desapareceram da face da terra. Da Estátua de Zeus em Olímpia, obra do escultor Fídias, e do Colosso de Rodes não se sabe sequer o aspecto que tinham e só podemos imaginá-los através de descrições imperfeitas e de reproduções estilizadas nas moedas. O Templo de Artemisa em Éfeso, o Mausoléu de Halicarnasso e o Farol de Alexandria puderam ser reconstruídos, graças a documentos históricos, com um aspecto que se pode considerar muito próximo do original.

A primeira lista das maravilhas do mundo parece ter sido elaborada pelo poeta grego Antípatro de Sídon, entre os anos 150 e 120 a.C. Ignora-se os motivos que o levaram a fazê-la. Não se sabe sequer se Antípatro conhecia diretamente tais maravilhas. Todas elas foram escolhidas a partir de um ponto de vista grego; contudo apenas uma o poeta situou no território da Grécia atual: a Estátua de Zeus criada por Fídias. Três obras maravilhosas encontravam-se na Ásia Menor: o Colosso de Rodes, o Templo de Artemisa em Éfeso e o Mausoléu de Halicarnasso.

Para se chegar às Pirâmides de Gizé, tinha que se fazer uma viagem um pouco maior e se acaso se queria ver os Jardins Suspensos deveria ir-se à Babilónia.

Antípatro eliminou as maravilhas que estavam ao alcance imediato dos gregos, tais como a Acrópole de Atenas. Outras, não pôde incluir por já estarem destruídas, como, por exemplo, a Torre de Babel. Ele não oferecia ruínas aos seus contemporâneos, mas sim obras que pudessem ser realmente admiradas.

O facto de as maravilhas do mundo serem precisamente sete e não treze ou vinte, deve-se certamente ao valor simbólico do número 7. Durante os últimos anos foram consideradas como a «oitava maravilha do mundo» algumas dezenas de obras notáveis de engenharia espalhadas por todo o mundo.

As primeiras reconstruções, extremamente cheias de fantasia, das maravilhas do mundo antigo surgiram quando a Europa começou a recordar a época clássica. Marten de Vos (1532-1603) e o jesuíta Atanásio Kircher, nascido em 1601 em Fulda e muito conhecido na sua época, realizaram as primeiras obras deste género. Fischer de Erlach (1556-1623) aproximou-se mais da realidade. Mas só se conseguiram reproduções válidas quando os arqueólogos começaram a atuar.

Stonehenge: testemunho da cultura megalítica

Misteriosos e monumentais, erguem-se na planície ampla do sul de Inglaterra, no condado de Wiltshire, trinta blocos imponentes e altaneiros, cada um com mais de 4 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura.

Qual seria o destino destas gigantescas pedras de Stonehenge na antiguidade desconhecida? Terão visto os ritos funerários da Idade do Bronze? Ou não eram mais do que um lugar de observação perfeitamente instalado? Um observatório celeste? Ninguém o sabe.

Mas os especialistas estão de acordo num ponto. Stonehenge é o testemunho mais belo e mais monumental da cultura megalítica que a Europa pode apresentar, testemunho daquela cultura pré-histórica que mantinha o culto dos mortos e que desde o ano 3 000 a.C., levou a construir monumentos imorredouros à base de megalitos (grandes pedras) em Espanha, França e no Norte da Europa.

O método do rádio-carbono revelou-nos a data provável da construção de Stonehenge; cerca de 1600 a.C. Modernos sistemas de investigação descobriram que os 30 blocos da circunferência exterior em pedra e os 49 mais pequenos do interior haviam sido polidos com um cuidado extremo, utilizando apenas instrumentos de pedra. Mas por que razão teriam os «arquitetos» de Stonehenge trazido os monstros de pedra, de tantas toneladas de peso, desde as pedreiras das montanhas de Prescelly, a 180 quilómetros de distância? Nunca ninguém conseguiu desvendar este mistério.

Centro Religioso Nikko

Quando o grande Shogun Ieyasu, da dinastia dos Tokugava, fechou os olhos para sempre, cumpriu-se a sua última vontade e ele foi enterrado no distrito montanhoso de Nikko, a 100 quilómetros de distância da nova capital, Edo, que era, aliás, uma pobre povoação de pescadores que só mais tarde se transformou na cidade milionária de Tóquio.

Ieyasu tinha conseguido eliminar os senhores feudais rivais, conquistar várias províncias e lançar as bases para um império japonês unificado. Era um império em que Ieyasu – de Shogun (general imperial), só conservava o nome, mas era realmente o soberano em vez do imperador, a quem retirara todo o poder – governava como ditador.

Em 1617, o estadista e herói morto em Nikko foi enterrado e colocado no grupo dos deuses. Na paisagem magnífica – hoje parque nacional japonês – ergueram-se numerosos edifícios em honra do herói guerreiro, ergueram-se portais, pagodes e relicários. Pouco a pouco foi-se constituindo todo um recinto de templos, em princípio dedicados a Buda e que mais tarde foram dedicados ao simples culto sintoísta, a religião estatal japonesa. Diz a lenda que o maravilhoso relicário de Toshogu foi construído por um exército de trabalhadores, composto por 830 000 pessoas, no espaço de quinze meses.

Em Nikko foi enterrado, também com honras divinas, Iemitsu, neto e segundo sucessor de Ieyasu. O recinto dos templos transformou-se num lugar de peregrinações muito visitado, e enquanto os peregrinos mais ricos doavam lâmpadas de bronze ou de pedra, em honra dos grandes «shogunes», os mais pobres plantavam ali uma árvore ou contentavam-se em entregar aos sacerdotes algumas moedas. «Como em todos os templos de alguma importância, por aqui também se encontra num pátio uma sala de baile aberta, onde uma sacerdotisa jovem e graciosa executa as danças sagradas», registou o viajante Ernst von Hesse-Wartegg.

Passando-se a porta de Niomon, chega-se às cavalariças do cavalo branco sagrado. Os espíritos dos grandes shogunes devem poder montar sempre que quiserem. Uma escultura em madeira sobre a porta do estábulo representa três macacos que dizem através de gestos: «Não ouvir nada, não dizer nada, não ver nada.» Trata-se da imagem primitiva daquele grupo de macacos que também se acha frequentemente entre nós. Os «macacos de Nikko» contam-se talvez entre os animais mais reproduzidos da história.

«Nikko wo minait utschi wa, Kekko to yu na», dizem os japoneses. «Não digas "maravilhoso" se não viste Nikko.»

Canal de São Lourenço

Os cinco Grandes Lagos da zona fronteiriça entre os Estados Unidos e o Canadá deveriam, na realidade, chamar-se um mar. Por vezes há quem lhes chame o mar Mediterrâneo da América do Norte, dado que a superfície que ocupam os lagos Superior, Hurão, Michigan, Erie e Ontário corresponde aproximadamente à superfície total da Península Ibérica. A foz natural dos Grandes Lagos no Atlântico é o rio São Lourenço. Foi seguindo a sua corrente que os primeiros colonizadores chegaram a esta terra.

O plano de transformar o curso do rio São Lourenço, de mais de 3 700 quilómetros, num caminho marítimo interior, desde a foz até Duluth, no lago Superior, é bastante antigo. O Canadá foi o país que se mostrou mais interessado neste projeto. Os norte-americanos, pelo seu lado, não o pareciam estar tanto. Mas, em 1932, os dois Estados assinaram um acordo para a construção em conjunto do Canal de São Lourenço. Era preciso superar dificuldades técnicas, tais como a diferença de altura entre os lagos, as quedas de água no rio, a necessidade de erguer imensas comportas e canais, mas nem sequer os problemas económicos eram insolúveis.

Em 1959 concluía-se a construção do maior caminho marítimo existente dentro do continente. Os cargueiros e os transatlânticos podem navegar agora desde o Atlântico até ao coração da América. Durante este trajeto há dezasseis comportas que os elevam a uma altura de 183 metros sobre o nível do mar.

Colosso de Rodes

Segundo um escritor contemporâneo, existiram na Antiguidade, 3 000 estátuas, sendo 100, de medidas colossais, na rica ilha de Rodes. Entre elas achava-se a mais famosa estátua gigante da Antiguidade, o colosso de Rodes: Hélios, o deus do Sol, fundida em ferro. Segundo parece, deveria ter uma altura de 30 a 40 metros, um peso de 70 toneladas, e as pernas assentes sobre a entrada do porto de Rodes. Na mão sustentava um archote aceso.

No século IV a.C., segundo a tradição, após a vitória sobre o rei macedónio Demétrio Poliorcetes, os habitantes de Rodes decidiram fundir uma estátua em honra do seu deus protetor.

Demétrio havia cercado a ilha durante muito tempo, mas abandonara o cerco por o considerar infrutífero. Diz-se que então os habitantes de Rodes venderam os despojos constituídos pelas máquinas de guerra abandonadas no acampamento macedónio e empregaram o produto dessa venda na fundição da estátua.

A obra foi confiada ao escultor Chares. Os primeiros esboços começaram em 291 a.C. Foi concluída doze anos mais tarde. Manteve-se durante pouco mais de cinquenta anos no mesmo lugar. Um terramoto assolou Rodes, derrubando o colosso. Sobre o pedestal não ficaram mais do que os restos dos seus enormes pés.

Em 653, os restos da estátua foram vendidos a um comerciante judeu de Edesa, que os repartiu por 900 cargas de camelo e os fundiu em terra firme. Deste modo, não subsiste qualquer vestígio da estátua de Hélios, uma das mais célebres maravilhas da Antiguidade.

Ninguém sabe com exatidão que aparência tinha o colosso de Rodes, mas «em todo o caso, o seu aspecto deveria ser indescritivelmente horroroso, de mau gosto, repelente e, além disso, indecente ao mais elevado grau», segundo uma opinião negativa de Willy Haas, quando soube dos projetos de reconstrução do colosso em prol do turismo.

Farol de Alexandria

O Farol de Alexandria, construído por volta dos anos 300/280 a.C., pelo arquiteto grego Sostrato de Cnido, numa península que ficava em frente da cidade egípcia, era considerado uma das maiores produções da técnica da antiguidade. Sobre uma base quadrada, erguia-se uma esbelta torre octogonal de cerca de 100 metros de altura. Sobre a plataforma superior ardia durante a noite um fogo alimentado por lenha e resina. O custo desta edificação deveria ter ascendido a uma importância superior a 28 milhões de escudos ou, segundo outros dados, ao triplo dessa importância.

Diz a lenda que Sostrato procurou durante muito tempo, um material para os alicerces que resistisse à água do mar e que acabou por construir a torre sobre blocos de vidro gigantescos. Em 1375 um terramoto destruiu os restos da torre. Deram-lhe o nome de Pharos, a partir do nome da península em que se achava situado. O nome ficou, mas foi em vão que se procuraram as suas ruínas.

Como ganhar dinheiro nas apostas online com o basquetebol

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Estátua de Zeus em Olímpia

Pouco se sabe acerca do aspecto da Estátua de Zeus do Templo de Olímpia, terminado em 456 a.C. Parece que a imagem do deus, feita em marfim e ébano, ricamente enfeitada com ouro e pedras preciosas, teria uma altura de 15 metros. Entre os gregos, era considerado desafortunado aquele que não tivesse visto o santuário nacional. «Até mesmo os seres irracionais devem comover-se com a visão de Zeus» (Crisóstomo).

O Zeus de Olímpia foi a última obra do escultor grego Fídias, de cujas mãos saíram também as estátuas de Athena Parthenos da Acrópole, esculpida segundo a mesma técnica. Esta imagem representava o pai dos deuses com o cenho franzido pois, segundo os gregos, quando Zeus franzia a fronte, o Olimpo tremia.