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Faraó Amenemhat I

Quando Amenemhat I (1991-1961 a.C.) subiu ao trono, liquidou os focos de resistência que se opunham à sua entronização e mudou a capital para It-tauy, na fronteira entre o Baixo e o Alto Egito, em cuja proximidade se encontra a pirâmide real e a do seu sucessor.

Parece que Amenemhat se mostrou disposto desde o início a inaugurar uma nova era, anunciada na sua pseudo-profecia, o que é notório no epíteto que escolheu, Whm-msw («repetidor de nascimentos»).

Manteve a tolerância da anterior dinastia com respeito aos nomarcas fiéis e eficazes, tendo os de Beni-Hassan desempenhado um importante papel ao serviço da coroa, mantendo o caráter hereditário do governo e vangloriando-se nas suas inscrições funerárias das suas façanhas ao serviço do faraó.

O fim do reinado foi agitado. As chamadas Instruções de Amenemhat e o Conto de Sinuhé, obras redigidas no reinado seguinte, atestam que o faraó caiu vítima do punhal de assassinos, enquanto o filho e co-regente, Sesóstris, se encontrava a comandar o exército na Líbia.

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