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Marqueses de Soidos

Trata-se de um título espanhol, mas reconhecido no nosso país. Foi primeiro marquês D. Jerónimo António Pereira Coutinho Pacheco de Vilhena e Brito (1713-1786). Foi fidalgo-cavaleiro da Casa Real e gentil-homem, por direito próprio, da Câmara de Carlos III, de Espanha. Foram-lhe atribuídos os títulos de visconde de Santo António (pelo uso espanhol de viscondado prévio, antes da elevação à grandeza) e de marquês de Soidos por carta de Carlos III, de Espanha, datada de 1 de novembro de 1785. D. Maria I autorizou-lhe o uso do título de marquês e a partir daí passou a figurar em documentos oficiais.

Sucedeu-lhe no título seu filho D. António Luís José Francisco Pereira Coutinho Pacheco de Vilhena e Brito de Mendoça Botelho (1749-1799), tal como o pai fidalgo-cavaleiro da Casa Real e gentil-homem, por direito próprio, da Câmara de Carlos III, de Espanha. O título foi-lhe renovado por carta de Carlos III, de Espanha, datada de 13 de março de 1787.

O quinto marquês D. António Luís Pereira Coutinho de Vilhena e Brito de Mendoça Borges Botelho Pato Nogueira de Novais Pimentel (1818-1908), foi um militar dedicado a D. Miguel, tal como o pai, de resto. Com a Convenção de Évora-Monte emigrou para Itália, regressando ao reino uns anos depois, mas completamente afastado da política. Por ter permanecido fiel ao Partido Legitimista não foi renovado o título na sua descendência. Em Espanha o título vagou para a coroa e hoje encontra-se noutra família.

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