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Podemos viver para sempre?

Os avanços na medicina e na robótica têm aumentado a velha esperança de "viver para sempre" (para mim, viver um milhão de anos é a mesma coisa que viver para sempre). No primeiro caso pretende-se aumentar a duração do nosso organismo, no segundo pretende-se transferir o nosso conteúdo mental para um robô. O segundo caso parece-me mais seguro de vir a ser realizado, embora tenha as minhas dúvidas quanto à transferência da mente para um corpo robótico.

A mente parece-me ser algo do corpo (um subproduto dos genes ou das células), pelo que tenho dificuldade em imaginar a mente humana fora do corpo humano. Para mim, são a mesma coisa, os dois lados de uma mesma moeda (e a moeda, neste caso, é o corpo).

Mas caso fosse possível viver para sempre, quem o quereria fazer? De que forma o tempo afeta a saúde mental? A personalidade pode sobreviver centenas de anos? Estas são questões filosóficas e neurológicas que precisam de ser respondidas. Não podemos querer viver mil anos, por exemplo, sem sabermos se durante os mil anos seremos sempre os mesmos, ou pelo menos algo aproximado.

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