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Casa da Guiné

A Casa da Guiné surge em Lisboa, em 1463, tratando, também, dos negócios da feitoria de Arguim, embora em Lagos já funcionasse, desde 1455, um órgão estatal que tratava das mercadorias recebidas desta última localidade.

Na Casa da Guiné recolhiam-se os produtos recebidos daquela costa, como escravos, algodão, marfim, malagueta, algália, etc. e depositavam-se os produtos europeus que serviam para o resgate dos escravos.

O volume desse comércio levará a que se proíbam as viagens à Guiné sem autorização régia, e que se juntem a essas mercadorias as provenientes da costa da Mina, pelo que, por vezes, surge a designação de Casa da Guiné e Mina ou mesmo apenas um dos nomes.

Em 1509 surgirá um regulamento que explicitará todo o comércio das diversas regiões: Guiné, Mina e Índia. A Casa da Guiné tinha ao seu serviço um feitor, um tesoureiro, almoxarifes e escrivães.

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