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Guerra da Restauração

A Guerra da Restauração (1640-1668) é o nome dado à situação militar gerada pela Restauração, entre a aclamação de D. João IV e o Tratado de Paz de 1668, negociado por intermédio da Inglaterra.

Apesar de contar com um exército enfraquecido, uma vez tomado o poder, D. João IV providenciou a sua reorganização, que se foi aperfeiçoando, passando a contar paralelamente com grande número de estrangeiros que engrossavam as hostes.

Com estas medidas, Portugal sai vitorioso dos recontros, quer os desenvolvidos na linha de fronteira, quer os do interior, vencendo as batalhas do Montijo (26 de maio de 1644), das Linhas de Elvas (11 de janeiro de 1659), Ameixial (8 de junho de 1663) e Montes Claros (17 de junho de 1665).

As dissensões com que a Espanha se debatia, envolvida na Guerra dos Trinta Anos e na Revolta da Catalunha, ajudaram à supremacia de Portugal, e o fim dos confrontos verificou-se com a assinatura do Tratado de Paz, em Lisboa, no dia 13 de fevereiro de 1668.

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