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Kraken: o pesadelo dos pescadores dos mares nórdicos

As redes dos pescadores, distendidas, estavam prestes a rasgarem-se. Algo agitava a água, onde pululavam cardumes de peixes. Os homens trabalhavam febrilmente, sabendo que o ser invisível que aterrorizava o peixe podia a cada momento erguer-se do mar e engolir a sua embarcação ou arrancá-los um a um do convés.

Sabiam que se tratava de um kraken, o maior dos gigantescos monstros marinhos de que havia notícia.

Na literatura da Noruega abundam histórias semelhantes, pois, segundo a lenda, as aparições e desaparições súbitas do leviatão têm, ao longo dos séculos, aterrorizado os pescadores.

O dorso de um kraken adulto tinha cerca de 2500 metros de comprimento. Devido à sua coluna vertebral ondulada e aos tentáculos flutuando semelhantes a algas, era frequentemente confundido com uma ilha de tamanho regular.

Um templo vivo

Vários escritores descreveram o kraken. O bispo Pontoppidan, de Bergen, na Noruega, escreveu no ano de 1755 que as ilhas flutuantes que aparecem e desaparecem subitamente nos mares do Norte eram certamente krakens.

O bispo de Midaros encontrou um dia um kraken na praia. Confundindo-o com um rochedo, ergueu sobre ele um altar, onde celebrou missa. O animal esperou respeitosamente o fim da celebração e depois mergulhou silenciosamente no mar e desapareceu. Os céticos modernos não admitem a existência do kraken, que, segundo afirmam, são provavelmente lulas gigantes.

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