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Koniagas: uma nação de homens que se identificavam com cães

Muitos possuidores de cães orgulham-se do pedigree dos seus animais. Mas os Koniagas, uma tribo de índios da América do Norte, imaginam-se descendentes do cão, que consideram o seu mais antigo antepassado. E a lenda de uma raça de homens com cabeças de cão repete-se em muitas e diferentes civilizações.

Os escritos de Sir John Mandeville, autor medieval, contêm um dos relatos mais interessantes: «Percorrendo os oceanos e ultrapassando muitas ilhas, chega-se a uma chamada Nacumera, de clima ameno e beleza paisagística, cujo perímetro mede mais de 1500 km. Todos os homens e mulheres dessa ilha têm cabeças de cão, pelo que são chamados cinocéfalos (cabeças de cão em grego).

Segundo Marco Polo, este povo vivia nas ilhas Andaman, no golfo de Bengala. O mito dos homens-cães nasceu provavelmente das primeiras observações de babuínos de focinhos proeminentes, semelhantes aos dos cães.

S. Cristóvão aparece em algumas representações orientais ostentando uma cabeça de cão. Segundo a lenda, era invulgarmente belo, razão pela qual era constantemente assediado pelas mulheres, em virtude do que pediu a Deus que lhe desse uma cabeça de cão como forma de proteção. Possivelmente, a história remonta aos primeiros tempos do cristianismo quando o culto egípcio do deus com cabeça de cão, Anúbis, terá sido confundido com histórias sobre S. Cristóvão.

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