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Stonehenge: testemunho da cultura megalítica

Misteriosos e monumentais, erguem-se na planície ampla do sul de Inglaterra, no condado de Wiltshire, trinta blocos imponentes e altaneiros, cada um com mais de 4 metros de altura e mais de 2,5 metros de largura.

Qual seria o destino destas gigantescas pedras de Stonehenge na antiguidade desconhecida? Terão visto os ritos funerários da Idade do Bronze? Ou não eram mais do que um lugar de observação perfeitamente instalado? Um observatório celeste? Ninguém o sabe.

Mas os especialistas estão de acordo num ponto. Stonehenge é o testemunho mais belo e mais monumental da cultura megalítica que a Europa pode apresentar, testemunho daquela cultura pré-histórica que mantinha o culto dos mortos e que desde o ano 3 000 a.C., levou a construir monumentos imorredouros à base de megalitos (grandes pedras) em Espanha, França e no Norte da Europa.

O método do rádio-carbono revelou-nos a data provável da construção de Stonehenge; cerca de 1600 a.C. Modernos sistemas de investigação descobriram que os 30 blocos da circunferência exterior em pedra e os 49 mais pequenos do interior haviam sido polidos com um cuidado extremo, utilizando apenas instrumentos de pedra. Mas por que razão teriam os «arquitetos» de Stonehenge trazido os monstros de pedra, de tantas toneladas de peso, desde as pedreiras das montanhas de Prescelly, a 180 quilómetros de distância? Nunca ninguém conseguiu desvendar este mistério.

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