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Um perfume de violetas: teria a imperatriz Eugénia sido guiada do além-túmulo?

Empenhado em subjugar os ferozes Zulos, o Exército Inglês invadiu a Zululândia em 1879. A campanha começou com o aniquilamento completo de uma coluna britânica em Isandhlwana – tragédia que nem mesmo a defesa heróica de Rorke's Drift conseguiu evitar.

Foram rapidamente enviadas tropas de reforço de Inglaterra, nas quais seguiu incorporado o príncipe imperial de França, filho único do exilado Napoleão III e da antiga imperatriz Eugénia.

O jovem príncipe, estritamente proibido de correr riscos desnecessários, foi autorizado a incorporar-se numa coluna da vanguarda.

Ao cair numa emboscada armada pelos Zulos, o cavalo do príncipe encabritou-se e arremessou-o ao chão. Os Zulos aproximaram-se, com as lanças em riste, e mataram o príncipe e os dois oficiais que o acompanhavam.

No dia seguinte, os três foram sepultados juntos. Um ano depois, a rainha Vitória autorizou Eugénia a visitar a Zululândia e a recuperar o corpo do filho.

A erva e os arbustos que cobriam o monte de pedras que assinalava a sepultura dificultavam a sua localização. De repente, Eugénia exclamou: «Cheira-me a violetas – foram sempre a sua flor preferida.» E correu, sem qualquer hesitação, até um determinado ponto, descobrindo de facto a sepultura do filho.

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