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Origens da escrita destinada aos cegos

Até 1819 o tipo de escrita destinado aos cegos consistia apenas em caracteres do alfabeto salientes, feitos de madeira, chumbo, ramos ou mesmo agulhas e alfinetes espetados em almofadas. Valentin Hauy, fundador do Instituto Nacional para os Cegos Jovens, em Paris, fabricou letras de pano de 75 mm de espessura que fixou em papel.

Em 1819, no mesmo ano em que um rapaz cego de 10 anos, chamado Louis Braille, entrava no Instituto, um capitão francês de artilharia tentou interessar a Academia das Ciências de Paris por um novo sistema que descreveu como «escrita noturna».

O capitão Charles Barbier de la Serre concebera um alfabeto de pontos e traços salientes sobre tiras de cartão que os soldados podiam «ler» com as pontas dos dedos quando estivessem em ação durante a noite.

Barbier de la Serre também apresentou este sistema ao Instituto, que o rejeitou por considerar demasiado complexa a combinação de 12 pontos para cada letra em que se baseava.

O sistema de La Serre, porém, despertou o interesse de Braille, então adolescente, que o simplificou. Assim se desenvolveu o Sistema Braille, agora internacionalmente conhecido.

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