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A máquina de Marly em Versalhes

A falta de água foi um problema com que sempre se debateu Versalhes, cuja sede insaciável nunca era satisfeita.

Nos jardins, Luís XIV exigia água para 1400 fontes. O volume de água requerido excedia a quantidade disponível para toda a cidade de Paris.

Sempre que o rei passeava pelos jardins de Versalhes, os comandos de saída de água eram operados por numerosos criados, para que, onde quer que Luís XIV se encontrasse, as fontes funcionassem. O encarregado ficava sujeito a uma multa sempre que uma fonte não trabalhasse.

A procura de um meio adequado para abastecer de água o palácio inspirou esquemas e invenções originais e espantosos, dos quais o mais conhecido foi a enorme máquina de Marly.

A construção desta máquina, cujo propósito era elevar do Sena um caudal de água constante, teve início em 1681.

Catorze enormes azenhas, cada uma das quais com 10 metros de largura, moviam 221 bombas, que transportavam a água do Sena até às colinas, situadas a 162 metros de altura.

Porém, depois da sua conclusão, em 1684, começou a construir-se um aqueduto destinado a transportar a água para dois reservatórios próximos de Versalhes.

A máquina sofria avarias constantes e exigia reparações dispendiosas.

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