Enxames de robôs auto-reprodutíveis poderiam colonizar a Via Láctea

A luz viaja a 300 mil km/segundo. No entanto, mesmo a esta velocidade, a luz da estrela mais perto, Próxima Centauro, leva mais de quatro anos para nos alcançar.

Ainda que admitamos que, um dia, será possível viajar a um décimo da velocidade da luz, continuariam a ser necessários 50 anos para chegarmos às estrelas próximas.

A exploração da galáxia, poderia ser acelerada se usássemos robôs auto-reprodutíveis.

Os cientistas da NASA discutiram seriamente a possibilidade de enviar um robô-sonda para um sistema estelar próximo que a ciência avançada do futuro tenha mostrado conter planetas potencialmente habitáveis.

Levaria uns 40 anos para ir até lá. Quando o robô chegasse, extrairia materiais de um asteróide conveniente e fabricaria duas réplicas de si próprio.

Então, ao passo que a sonda original se destinaria a observações no novo sistema e a transmiti-las para a Terra, as duas sondas-filhas lançar-se-iam a si próprias para outras estrelas mais afastadas, e ali repetiriam a manobra.

Assim, o número de sondas quase duplicaria, em cada 10 anos. Em cerca de 160 anos, existiriam 16 robôs em voo, sem mencionar os que estariam a estudar sistemas planetários.

Após outros 160 anos, existiriam 256 e, após mil anos, existiriam mais de 30 milhões na Via Láctea.

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