Museu do Prado foi inaugurado há 200 anos

O Google Doodle desta terça-feira, dia 19 de novembro, comemora o 200º aniversário do Museu do Prado de Madrid. Inaugurado em 1819, o museu abriga milhares de pinturas espanholas do século XII ao XX, incluindo obras de El Greco, Francisco Goya, Diego Velázquez, entre outros mestres europeus.

Projetado em 1785 pelo arquiteto Juan de Villanueva, o edifício foi reaproveitado pelo rei Fernando VII e pela rainha Maria Isabel de Bragança, de um centro de ciências naturais para uma galeria pública em 1819. Originalmente chamado de Museu Real, mais tarde foi chamado de Museu Nacional do Prado. Com uma coleção de mais de 5.000 peças, o museu seguiu um projeto de expansão que aumentou o acesso do público e reduziu a aglomeração no edifício principal.

O Claustro dos Jerónimos, nas proximidades, foi restaurado e incorporado para criar o Campus do Museu do Prado, permitindo que o museu mostre as obras-primas de uma nova era. A exposição do Bicentenário, “Um Lugar de Memória”, presta homenagem à história do museu em alguns dos seus períodos mais sombrios e oferece uma visão de como o museu se transformou na instituição que é hoje.

Barbeiros contra Bárbaros

Os antigos Romanos, com os rostos barbeados e o cabelo curto, consideravam-se a raça mais bem cuidada. Franziam o sobrolho às barbas ondeadas e efeminadas dos Gregos, mas reservavam a verdadeira aversão para os «bárbaros» – segundo a sua definição, os estrangeiros que usavam barba e cabelo comprido.

Um cabelo mal cuidado, argumentavam os Romanos, significava um povo não civilizado. Os cidadãos ricos mandavam os escravos cortar-lhes o cabelo, enquanto os menos abastados iam às barbearias – as primeiras foram criadas por sicilianos em 454 a.C. No entanto, nem todos os romanos rapavam sempre a barba: os filósofos e os homens de luto recente costumavam deixá-las crescer até ao peito.

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O marinheiro que engolia facas

Um marinheiro americano chamado Cummings tornou-se famoso, nos primeiros anos do século XIX, pela proeza de engolir mais de 30 facas.

Algumas reapareceram por meio das funções normais do corpo, mas quando morreu, em 1809, depois de uma faca lhe ter perfurado a parede do estômago, a autópsia revelou que ainda tinha nada menos do que 14 lâminas no estômago.

Sabia que a maior catarata do mundo é a dos Anjos?

A maior catarata do mundo é a dos Anjos, na Venezuela, que cai de 970 metros. Até 1910, só os índios a conheciam.

O seu nome nada tem a ver com a dramática descida aos infernos de um piloto americano chamado Jimmy Angel, que, em 1937, sobreviveu a uma aterragem não muito longe da catarata, quando viajava através de altos planaltos em busca de ouro.

O diamante Cullinan: digno de uma rainha

O diamante Cullinan, descoberto na mina Premier, no Transval, África do Sul, a 25 de janeiro de 1905, pesava 3106 quilates.

A Estrela de África encontra-se no cimo do ceptro real da rainha Isabel II. O Cullinan II está incrustado por baixo do rubi grande na coroa imperial.

A África do Sul fazia parte do Império Britânico, e em 1907 o governo do Transval ofereceu a pedra preciosa ao rei Eduardo VII de Inglaterra pelo seu 66º aniversário.

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A ciência e a transformação do chumbo em ouro

A última vez que cientistas profissionais levaram a sério a pretensão de um alquimista de ter transformado chumbo em ouro aconteceu em 1783.

A Real Sociedade de Londres convocou um dos seus membros, James Price, para demonstrar como tinha realizado o sonho dos alquimistas.

Mas Price não conseguiu repetir a experiência com êxito e, na presença de três colegas, ingeriu ácido prússico e morreu.