Skip to content

Origem da Saudação Militar (Continência)

Poderão perfeitamente ter sido os soldados romanos quem inventou a saudação militar, para mostrarem que não escondiam qualquer arma na mão direita. A saudação romana – o braço erguido, a mão ligeiramente para a esquerda e palma aberta – pode observar-se em Roma, nas estátuas de Trajano e Marco Aurélio.

Segundo pensam os historiadores, a forma de continência atual remonta, eventualmente, à época em que os soldados com armadura erguiam as viseiras para mostrarem o rosto a um amigo ou a um superior.

Segundo uma tradição britânica, desprovida, porém, de qualquer fundamento histórico, a continência nasceu durante um concurso naval a que assistiu Isabel I, destinado a celebrar a derrota da Armada Espanhola em 1588. O oficial que dirigia as provas ordenou que, «devido à ofuscante beleza de Sua Majestade, todos os marinheiros, ao receberem os seus prémios, deviam proteger os olhos com a mão direita».

Origem das Cintas de Charutos

Em Cuba, nos tempos do Império Espanhol, as mulheres ricas e nobres fumavam frequentemente charutos. Foram elas que criaram o hábito de enrolar nos charutos tiras finas de papel para protegerem os dedos das manchas da nicotina.

Origem da Sanduíche

O 4.º conde de Sandwich (1718-1792) era um jogador inveterado que se recusava mesmo a interromper um jogo às horas das refeições, preferindo comer durante este fatias de carne assada entre duas de pão.

Embora tenha sido atribuído o seu nome a este preparado em reconhecimento pela moda por ele introduzida, pensa-se que a ideia de comer carne desta forma data do tempo das legiões romanas.

A mudança do Templo de Abul-Simbel

«Fundeámos num curioso lugar, a cuja margem deveríamos subir com a ajuda das quatro mãos – escreveu o historiador de arte Julius Meier-Graefe, acerca da sua visita a Abul-Simbel – e encontrámo-nos então perante os quatro gigantes. Nos primeiros momentos sentimo-nos diminuídos nesta estranha companhia. Com as suas coroas devem medir seguramente 20 metros, visto que os pés se apoiam sobre bases e que nós apenas atingimos os tornozelos das estátuas. Estão sentados, a sua expressão é serena, dois de cada um dos lados da entrada, cujo umbral fica debaixo dos seus joelhos; estão esculpidos com todos os pormenores na mesma rocha cinzenta da montanha».

Esta descrição das estátuas colossais na margem do Nilo, entre a primeira e a segunda cataratas, não poderia ser feita por um visitante do Egito atual. Os templos, gravados há cerca de 3200 anos na rocha, começaram a desaparecer. Desaparecem diante do Nilo, cujas águas, contidas no lago Nasser, de 600 km de comprimento, em breve cobrirão grande parte do vale do rio.

O construtor dos dois templos de Abul-Simbel (nas proximidades do grande templo, com as estátuas colossais de mais de 20 metros, há outro templo na rocha mas mais pequeno) foi o faraó Ramsés II (1290-1224 a.C.), também chamado o Grande, o qual fez tudo o que lhe era possível para legar a sua recordação às gerações vindouras, servindo-se para tal de gigantescas e abundantes construções. Foi talvez o faraó que deixou um maior número de construções e esculturas, onde em primeiro plano estava sempre a sua própria figura. Segundo o crítico da cultura Egon Friedell: «As suas obras enfermam de um desejo de obter efeitos de massa grandiloquentes e de um egocentrismo pouco distinto. Matas inteiras de gigantes de pedra mostram à saciedade os feitos notáveis do construtor.»

Os templos subterrâneos de Abul-Simbel são, sem dúvida, a criação mais gigantesca do rei sedento de publicidade. O facto de se lhes ter chamado «figuras tão grandiosas quão falhas de senso» (Friedell) não rouba nada da sua grandiosidade, da sua habilidade e técnica, do seu valor histórico. Diante do templo principal, está o faraó sentado em quadruplicado. É repetido oito vezes no interior da montanha, cujas salas e câmaras, que chegam a atingir uma profundidade de 60 metros na rocha, estão enfeitadas com valiosas pinturas murais e relevos. Três estátuas gigantescas, de 10 metros de altura, do faraó e de sua esposa Nefertiti, adornam a fachada do templo menor.

Quando se decidiu que a barragem do Nilo teria de inundar os templos (assim como o lago da barragem antiga de Assuão cobria em tempos a famosa ilha de Philae) a UNESCO dirigiu-se a todas as nações cultas com o grito de socorro: «Os deuses afogam-se.» Não lhe faltou ajuda. Depois de se ter posto de parte o primeiro plano de proteção a Abul-Simbel, por meio de um dique, e de se provar ser irrealizável o projeto de colocar os templos sobre uma prancha de betão armado e fazer erguer esta, adotou-se o projeto de uma empresa alemã que consistia em cortar da rocha, peça por peça, as estátuas e as salas interiores, transportá-las para uma altura segura e reconstruí-las. E antes que o nível das águas do Nilo comece a subir, os faraós, imperturbáveis, já se terão habituado à sua nova localização.

George Gibson Polley, a Mosca Humana

De olhos fixos nas alturas, muitos milhares de nova-iorquinos contemplavam a minúscula figura de um homem que avançava, centímetro a centímetro, até ao cimo do Edifício Woolworth – em 1920 o mais alto do mundo.

George Gibson Polley atingira o 30.º andar, faltando-lhe ainda 27 para chegar ao telhado, quando a cabeça de um polícia surgiu a uma janela. Polley foi imediatamente preso por escalar um edifício sem licença oficial!

Polley escalou 2000 edifícios nos Estados Unidos sem nunca escorregar ou cair. Tornou-se conhecido como a Mosca Humana, e era frequentemente contratado pelos proprietários de armazéns para se exibir nas cerimónias de inauguração. Permitia-se cobrar até 200 dólares pela exibição – soma fabulosa nesses tempos.

Iniciou a sua carreira, rapaz ainda, quando, um dia em que jogava basebol, em Richmond, Virgínia, bateu a bola lançando-a para o telhado de um prédio de 6 andares. Como era a única que o grupo possuía, escalou o edifício para a ir buscar.

Em 1910 a sua família mudou-se para Chicago, onde George arranjou emprego como distribuidor de jornais. Um dia viu, na montra de um armazém, um fato de preço elevado.

«Era capaz de fazer o pino no cimo deste prédio por um fato como aquele», declarou peremptoriamente.

O dono do armazém riu-se. «Se o fizeres, dou-te o fato», prometeu. George conseguiu o fato, e, devido à sensação que o episódio causou, foi contratado por uma companhia teatral da cidade. Trepava aos edifícios como processo de atrair público ao espetáculo.

A Mosca Humana percorreu os Estados Unidos exibindo-se publicamente. Em Boston escalou os 150 metros da Alfândega, em Hartford trepou a 3 edifícios no mesmo dia e em Providence, estado de Rhode Island, colocou um pau de bandeira no cimo de um edifício com os olhos vendados.

Antes de executar as suas audaciosas acrobacias, assegurava-se da solidez e segurança dos edifícios, que inspeccionava cuidadosamente antes de escalar.

A carreira de George Gibson Polley terminou precocemente aos 29 anos, altura em que morreu, não de uma queda, mas de um tumor cerebral.

Gil Eanes: o homem que fez brilhar uma luz no Mar da Escuridão

Na base dos penhascos alcantilados do cabo Bojador, exatamente a sul das ilhas Canárias, o oceano Atlântico fervilha e escuma numa fúria constante.

Cardumes de sardinhas que se agitam tumultuosamente emprestam à água a aparência de metal em fusão. E os mares precipitam-se em barrancos ocultos e explodem como géiseres em colunas brancas de espuma.

Este o local onde, segundo os marinheiros da Antiguidade, se abriam as portas do Inferno. Para além destas existia o Mar da Escuridão, povoado de monstros e dos espíritos dos marinheiros mortos... o fim do mundo.

O turbilhão de águas que corria ao longo de 15 milhas de baixios inspirou lendas aterrorizadoras que, desde 400 a.C. até ao começo do século XV, impediram a exploração para o sul da costa ocidental de África. As Colunas de Hércules – o estreito de Gibraltar – demarcavam o limite ocidental do Mediterrâneo, para além do qual os descobridores avançavam temerosamente, a um ritmo médio extremamente lento, inferior a 1 milha por ano.

Em 1434 o português Gil Eanes, a quem a lentidão do progresso irritava e que desprezava as superstições, decidiu averiguar o que, na realidade, se encontrava a sul do Bojador. Revelou que o gigantesco remoinho que durante tanto tempo aterrorizara os homens do mar era muito simplesmente causado pelo mar embravecido batendo contra os penhascos. Não pôde explicar – porque não possuía esse conhecimento, muito avançado para a sua época – que o efeito era ampliado por uma ondulação proveniente do norte que colidia com o vento vindo do litoral.

Gil Eanes respondeu com sensatez e senso comum aos receios da sua tripulação. Partiu em viagem para o fim do mundo, cujos limites ultrapassou.

O resultado deve ter surpreendido os mais timoratos dos tripulantes, pois em 24 horas – tempo muito breve para a navegação da época – tinham ultrapassado a barreira sinistra do Bojador e penetrado em águas calmas, sem que um único monstro tivesse aparecido. Dissipados os terrores, navegaram para leste, sendo recompensados com a vista de uma costa inexplorada que se estendia à sua frente.

O reconhecimento de 900 milhas a sul das Colunas de Hércules levara 1000 anos aos Europeus. A ousada viagem de Gil Eanes através do temido Mar da Escuridão inaugurou uma época de novos descobrimentos, e em menos de 70 anos foram traçados nos mapas as restantes 10 000 milhas do litoral da África Ocidental.

5 dicas para definir e gerir a sua banca nas apostas desportivas

Se você for como os 99% dos apostadores desportivos que atualmente fazem apostas numa base semanal (ou diária), então é porque encara as apostas como um entretenimento e não tem aspirações de ficar rico. No entanto, tanto os apostadores iniciantes como os mais experientes muitas vezes lutam com a gestão do dinheiro e como definir (e mais importante manter) um orçamento mensal para usar nas apostas desportivas.

Clique aqui e registe-se na 22Bet. Esta Casa de apostas oferece odds altas, milhares de jogos pré e ao vivo diariamente e uma enorme variedade de mercados dentro dos mesmos.

Vamos deixar aqui 5 dicas para você definir o montante mensal que pode arriscar a perder nas apostas desportivas e como o gerir de forma eficaz, tendo o lucro, obviamente, como o objetivo final.

1. Defina a sua banca

Se você possui rendimentos fixos para suas finanças pessoais, deve definir uma quantia que estará disposto a perder totalmente para as apostas desportivas e torná-la a sua banca. Deposite apenas o dinheiro que pode perder. Independentemente de você definir o valor do seu saldo na conta de apostas como semanal, mensal ou anual, é importante que – não importa o que aconteça durante esse período – mantenha as suas apostas dentro desse valor e não deposite mais.

2. O Sistema de Unidade

Outro termo comumente usado no mundo das apostas desportivas é uma "unidade". Uma unidade é simplesmente o valor que você coloca numa aposta, como uma parte da sua banca. Para apostadores que estão a começar, recomendo que as suas unidades sejam apenas entre 1 a 3% do seu saldo total. Por exemplo, se o seu saldo inicial é de 100 €, as suas unidades (apostas individuais) devem ser entre 1 a 3 €. Isso não só permitirá que você aposte muito, mas também manterá as inevitáveis ​​ondas de perdas consecutivas gerenciáveis.

3. Evite o Critério de Kelly

Em suma, o Critério de Kelly é uma teoria da probabilidade originada no mundo das finanças. Essencialmente, diz para determinar a quantidade de risco com base na sua confiança. Por exemplo, se você gosta do Benfica, mas está absolutamente convencido de que o Braga empata ou ganha o jogo, aposte uma quantia maior (duas ou três unidades nessa aposta) na hipótese dupla para o Braga. Este é um exemplo simples, mas dá para entender a essência.

Eu recomendo a qualquer pessoa que não seja um profissional nas apostas para evitar essa linha de pensamento e manter as suas apostas fixas (sempre apenas uma unidade), independentemente do seu nível de "certeza". No final do dia, há um motivo pelo qual os apostadores profissionais costumam falar disso como 50/50. A sua certeza ou confiança provavelmente não é tão realista quanto você pensa.

4. Registe as suas apostas

Para rastrear as suas apostas desportivas, use uma folha Excel simples. Ao ver semanalmente quanto está a ganhar ou perder, poderá ajustar os valores das apostas para manter o orçamento total da sua banca. Esta é uma boa prática do ponto de vista do orçamento, mas também lhe dá uma visão sobre quais são as ligas ou equipas em que você aposta mais.

5. Conheça os seus limites

Isso soa como algo óbvio, mas ao definir um orçamento para as apostas desportivas, deve ser dito. Você nunca deve, sob nenhuma circunstância, ter um montante em jogo que possa prejudicar a sua qualidade de vida ou a sua capacidade de pagar as contas se perder todas as apostas. Há uma razão para que tão poucas pessoas vivam das apostas desportivas, e até mesmo os melhores apostadores a longo prazo ganham pouco mais de 50%.

Origem da coca-cola

Este refresco, mundialmente conhecido, foi criado na cozinha das traseiras de uma farmácia em Atlanta, Geórgia, em 1886.

O farmacêutico, John Pemberton – conhecido como Dr. Pemberton pelo seu gosto em criar poções medicinais –, conseguiu, depois de várias tentativas, descobrir a receita para um bebida não alcoólica agradável, cujos direitos vendeu 4 anos antes de morrer. Dentro de 40 anos, a coca-cola tornara-se um nome conhecido em todo o mundo.

Deriva de coca, um arbusto sul-americano cujas folhas entram na sua preparação, e cola, um extrato da noz de cola. A receita exata é um segredo cuidadosamente guardado.

O rinoceronte que D. Manuel I ofereceu ao papa Leão X

Uma das principais aspirações do vice-rei da Índia D. Afonso de Albuquerque consistia na construção de uma fortaleza em Diu, cidade que pertencia ao rei de Guzarat, plano cuja concretização dependia, consequentemente, da autorização do monarca, Modofar.

O vice-rei entabulou negociações com Modofar, a quem enviou uma delegação, a qual não conseguiu os objetivos que se propunha junto do monarca, que, não obstante, ofereceu presentes em retribuição dos que lhe haviam sido entregues, entre os quais se destacava um animal «monstruoso» para Afonso de Albuquerque, denominado ganda na língua de Guzarat, que mais não era do que um rinoceronte asiático.

Quando recebeu o paquiderme, o vice-rei decidiu imediatamente embarcá-lo numa nau e enviá-lo para o rei D. Manuel I.

O rinoceronte, o primeiro a pisar solo europeu, chegou ao Tejo a 20 de maio de 1515. O rei mandou organizar um combate entre este animal e um elefante no dia 3 de junho desse mesmo ano.

Quando o rinoceronte se precipitou violentamente contra o elefante, este, aterrorizado, bramiu com energia, lançou-se contra uma das janelas gradeadas, atirou por terra o cornaca, retorceu com a tromba as grades, da grossura de um braço, introduziu a cabeça na abertura, forçou as barras de ferro, que se partiram, e desapareceu numa correria desordenada em direção ao Rossio, onde se situava o seu curral.

Em 1515 existia em Lisboa uma importante colónia alemã. Alguém terá enviado a um amigo alemão uma carta descrevendo o combate, acompanhada de um desenho do rinoceronte. Ambos os documentos chegaram a Nuremberga, às mãos de Albert Dürer, que copiou a carta e a escreveu sobre o desenho original que a acompanhava e que, desde 1830, se conserva no British Museum. Eis a carta transcrita pelo artista:

«No dia 20 de maio de 1515, chegou a Lisboa, para o nosso rei de Portugal, procedente das Índias Orientais, um animal vivo chamado rinoceronte. Para lhe dar uma ideia da estranha aparência deste animal envio-lhe um desenho do mesmo. Tem a cor de um sapo, é extremamente maciço e revestido de escamas. Tem as dimensões de um elefante, o seu inimigo mortal, mas as patas mais curtas. Sobre a região anterior do focinho possui um chifre forte e pontiagudo; quando defronta um elefante em luta, começa por afiar o chifre nas pedras, após o que se precipita contra o adversário, enfiando a cabeça entre as suas patas dianteiras e rasgando-lhe a pele, nessa região menos espessa. O elefante tem o maior receio do rinoceronte, que consegue sempre feri-lo, pois, além de possuir uma presa formidável, é extremamente ágil e arguto. Este paquiderme, denominado Rhinocero em grego e latim, designa-se ganda em indiano.»

Dürer, guiando-se pelo original português, executou cuidadosamente um novo desenho, com o seu monograma A. D., de que se serviu para realizar a sua célebre gravura em madeira intitulada Rhinocerus 1515, publicada nesse mesmo ano, à qual apôs uma legenda baseada no texto da carta enviada de Lisboa com o desenho original.

Conhecem-se 8 edições da famosa gravura de Dürer, das quais o British Museum possui vários exemplares.

Em 1515 D. Manuel decidiu presentear o papa Leão X com o rinoceronte. O animal seguiu para Roma em dezembro desse mesmo ano, a bordo de um navio. Porém, sobreveio uma tempestade no golfo de Génova e o navio afundou-se.

Segundo refere Damião de Góis, o cadáver do rinoceronte deu à costa, foi embalsamado e levado ao sumo pontífice.

John Williams viu em sonhos a morte de Spencer Perceval

Engenheiros e banqueiros são pessoas por natureza pouco inclinadas a deixarem-se arrastar por voos de fantasia. Não obstante, o norte-americano John Williams, engenheiro de minas e banqueiro, na noite de 2 ou 3 de maio do ano de 1812 teve uma das mais notáveis precognições conhecidas. Sonhou, pormenorizadamente, com o assassínio do primeiro-ministro britânico.

Contou o seu sonho a um escritor, John Abercrombie, que o descreveu em 1834 da forma seguinte: «Williams encontrava-se na Câmara dos Comuns, onde viu um homem de baixa estatura envergando um casaco azul e colete branco. Enquanto o observava, um homem de casaco castanho com botões dourados sacou uma pistola da algibeira e disparou contra o primeiro homem, que caiu banhado em sangue que jorrava de uma ferida no peito, do lado esquerdo. William ouviu distintamente o tiro e viu o sangue jorrar e manchar o colete e alterar-se a cor do rosto do homem.»

O assassino foi detido, e quando Williams, no seu sonho, perguntou quem fora morto, foi-lhe respondido: «O chanceler.» Nessa altura Spencer Perceval era primeiro-ministro e chanceler do Tesouro.

William voltou a ter o sonho duas vezes mais durante essa noite.

Na semana seguinte contou o sonho a várias pessoas, entre as quais o seu irmão, o seu sócio e duas personalidades importantes na sua cidade natal de Falmouth, na Cornualha.

No dia 11 de maio, precisamente como Williams sonhara, Perceval foi morto a tiro, no salão de entrada da Câmara dos Comuns, por John Bellingham. Todos os pormenores do seu sonho, inclusivamente a aparência do assassino e da vítima, foram confirmados pelas testemunhas.

A experiência de John Williams foi descrita no Times 5 dias após a perpetração do assassínio.