Skip to content

Casa de D. Miguel em Oeiras

A Casa de D. Miguel, ou Vila Cacilda, é uma construção do século XVIII, que deve o seu nome ao facto de ter sido utilizada como casa de veraneio por D. Miguel.

Trata-se de um edifício barroco, de planta retangular, com dois pisos, em cujo interior se salientam os azulejos barrocos azuis e brancos. Foi classificada como imóvel de interesse público em 2002.

Palácio dos Arcos

O Palácio dos Arcos, que deu nome à povoação, é considerado o principal elemento arquitetónico da freguesia de Paço de Arcos, em Oeiras. A sua construção remonta ao século XV, mas foi restaurado no século XVIII.

Da estrutura primitiva, o edifício conserva dois torreões unidos por uma longa varanda que assenta sobre três grandes arcos.

Possui uma capela, com altar barroco dedicado a Nossa Senhora do Rosário. Conta-se que D. Manuel I assistia da varanda desta casa à partida das naus para a Índia.

Torre do Bugio

Também conhecida como Forte de São Lourenço, a Torre do Bugio (imóvel de interesse público) delimita a barra do Tejo.

As suas obras tiveram início no século XVI, sob a traça inicial de Vicenzo Casale, constituindo um excelente exemplo de fortaleza renascentista de planta redonda. O primeiro farol foi instalado no local no século XVIII.

Palácio do Marquês de Pombal

O património arquitetónico de Oeiras é muito rico. Além da igreja matriz, um exemplar barroco tardio do século XVIII, do pelourinho (século XVIII), e do Palácio do Marquês de Pombal.

Traçado pelo arquiteto Carlos Marnel, esta casa setecentista possui um recheio precioso, com estátuas de Machado de Castro, telas de André Gonçalves e estuques trabalhados nas paredes e tetos.

Forte de São Julião da Barra

Em 1533, D. João III mandou edificar o Forte de São Julião da Barra, cujas obras, sob o risco do famoso arquiteto Miguel de Arruda, duraram quase um século.

A planta da fortaleza é quase pentagonal. Da praia da Torre à de Carcavelos, um profundo e largo fosso isola o forte e um outro fosso, menor, protege o revelim. Poderosos baluartes, altas cortinas de muralha e grandes esplanadas de baterias completam a defesa.

Em Oeiras encontram-se também o Forte de Catalazete, datado do século XVIII e que alberga hoje a Pousada da Juventude, e o Forte de Santo Amaro, ou do Areeiro, construído no século XVII.

Quinta dos Aciprestes

A Quinta dos Aciprestes é o mais interessante exemplar arquitetónico de Linda-a-Velha. Outrora conhecida como Herdade da Ninha de Ribamar, era já referenciada em documentação do século XIII.

No século XVIII, foi doada pela coroa a Alexandre de Gusmão, irmão do conhecido construtor da Passarola. Alberga atualmente a sede da Fundação Marquês de Pombal.

Aquário Vasco da Gama

Instalado na rua Direita do Dafundo, em Cruz Quebrada-Dafundo, junto à marginal, o centenário Aquário Vasco da Gama é uma instituição de cariz científico e cultural única no país. A sua inauguração deu-se em 1898, sob o patrocínio do rei D. Carlos.

É constituído por quatro grandes núcleos, contando com a coleção oceanográfica de D. Carlos, a sala dos tubarões, a sala de malacologia das costas portuguesas e a sala de aves, mamíferos marinhos e conchas exóticas.

Farol da Gibalta

O primeiro farol da Gibalta começou a orientar a entrada de navios na barra do Tejo em 1914. Em 1954, quatro anos após a electrificação do primitivo farol, foi construído o atual.

Forte de São Bruno

O Forte de São Bruno, em Caxias (Oeiras), cuja construção se iniciou em 1647, foi a primeira de uma série de fortificações marítimas que se encontram ao longo do litoral e que serviram como postos de defesa para invasões por mar.

O seu desenho e proporções tornaram-no uma das mais belas obras de fortificação do litoral português construídas logo a seguir à Restauração. Foi classificado como imóvel de interesse público em 1978.

Palácio da Quinta Real de Caxias

O Palácio da Quinta Real de Caxias foi construído no século XVIII e espelha a sofisticada vida social da época. A sua edificação foi iniciada pelo infante D. Francisco, irmão de D. João V.

O edifício foi muitas vezes escolhido por monarcas para jantares e serviu de residência de verão a D. Maria II, D. Fernando e D. Amélia.

No jardim, conhecido por jardim do Paço Real, podem admirar-se estátuas em terracota da autoria de Machado de Castro, a cascata real e o lago das ninfas.