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Benfica venceu primeiro clássico no Porto por 8-2

Cidade do Porto, 28 de abril de 1912. Ainda não havia um campeonato nacional de futebol organizado, mas o Benfica era o campeão de Lisboa, pelo que os dirigentes do FC Porto convidaram os encarnados para um amigável. Resultado: o Benfica venceu por 8-2, num dia de festa, que mereceu apenas uma nota de rodapé nos jornais da época, dado que na altura o futebol era algo pouco popular, tal como todo o desporto em geral.

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Para o leitor ter uma ideia da inocência que reinava nos primeiros tempos do futebol em terras de Camões, os adeptos do FC Porto foram à estação de comboios esperar os jogadores do Benfica para os... saudar! Mais: o FC Porto até pagou a viagem! Era assim o futebol há 100 anos em Portugal. Tempos mais descontraídos, certo?

O jogo realizou-se no Campo da Rua da Rainha (o primeiro campo do FC Porto) e rezam as crónicas que cerca de mil pessoas assistiram a este que foi o primeiro clássico entre os dois clubes rivais.

Entenda as odds nas apostas desportivas

Para entender corretamente as apostas desportivas, você precisa entender o que são as odds (cotas). Elas são parte integrante de qualquer aposta em desporto, e são usadas ​​para determinar se vale a pena fazer uma aposta ou não. O pagamento potencial de qualquer aposta que você coloca é calculado usando uma combinação das probabilidades relevantes e da sua própria participação.

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Em termos de apostas desportivas, as odds servem basicamente para dois propósitos. Primeiro, são usadas ​​para calcular os pagamentos das apostas vencedoras. Toda vez que faz uma aposta numa casa de apostas, você receberá a informação das odds em tempo real, o que define o quanto você pode ganhar. Quanto maiores forem, mais ganhará em relação à sua participação.

Em segundo lugar, as odds também refletem a probabilidade de qualquer resultado específico acontecer. Quanto mais provável seja o resultado, menor serão as odds. Isso faz todo o sentido, ganha-se menos ao apostar num resultado que é provável do que num que é improvável.

Imagine uma partida de ténis onde o jogador número um no mundo enfrenta o classificado 137.º no ranking mundial. É lógico que o melhor jogador do mundo seja considerado mais propício para vencer do que o seu adversário. Portanto, uma aposta em sua vitória tem odds muito baixas; uma aposta na vitória do oponente apresenta odds muito maiores.

Esta é uma explicação um tanto simplificada, mas dá uma ideia geral do papel das odds nas apostas desportivas.

Origem da expressão «mandar para o maneta»

Esta expressão teve origem na ferocidade do general Loison, que foi grande auxiliar do general Junot aquando da primeira invasão napoleónica a Portugal. Loison, que perdera um braço num acidente, o mais odiado de todos os comandantes invasores, era conhecido como o Maneta.

Eram tais as torturas que aplicava aos presos que as mães, quando queriam aquietar os filhos travessos, os ameaçavam: «Se não estás quieto, mando-te p'ró Maneta!»

A expressão subsiste ainda no sentido de agredir ou prejudicar alguém ou escangalhar alguma coisa.

Dickens e a noiva australiana abandonada

Uma noiva abandonada a 17 000 km de distância poderá ter inspirado Dickens na criação de uma das suas personagens famosas – Miss Havisham, a idosa reclusa de Grandes Esperanças.

Em 1856 Miss Eliza Emily Donnithorne, de Cambridge Hall, em Sydney, na Austrália, foi abandonada junto ao altar no dia do casamento. Teve um desgosto tão grande que se recolheu na sua casa, donde não voltou a sair até morrer, 30 anos mais tarde.

A porta da sala em que o copo-d'água iria ser servido foi fechada à chave. As decorações e as iguarias apodreceram no interior, sobre as mesas.

No romance de Dickens, Miss Havisham vive e morre de modo análogo. É assim que Pip, o jovem herói de Grandes Esperanças, descreve o seu primeiro encontro com a impressionante anciã:

«Vi que a noiva, que envergava o traje nupcial, tinha murchado como o vestido e como as flores e que não lhe restava outro brilho senão o dos seus olhos encovados. Vi que o vestido fora moldado para a figura arredondada de uma jovem e que a figura sobre a qual caía agora, como que suspenso de um cabide, ficara reduzida a pele e osso.»

Não há provas concludentes de que Dickens tenha baseado Miss Havisham em Miss Donnithorne. Porém, através dos seus contatos com viajantes e jornalistas, poderia ter sido dos primeiros ingleses a ouvirem contar a história da reclusa no outro lado do mundo.

O romance foi completado em 1861, exatamente cinco anos depois do desaparecimento do noivo de Miss Donnithorne. Este como que envolveu para sempre num relicário a solidão e amargura da jovem.

Origem da palavra «trivial»

Na antiga Roma, os negócios sérios eram tratados no Fórum, a principal praça de comércio. Mas os mexeriqueiros reuniam-se num cruzamento de caminhos – as Tri-Via (Três Ruas) –, cujo nome passou a ser aplicado às conversas fúteis que eles ali mantinham.

Origem da Lei de Lynch

Durante a Revolução Americana, quando a atividade dos tribunais foi interrompida, um cidadão dedicado à causa pública encarregou-se de zelar pela lei e pela ordem como juiz de paz oficioso em Bedford County, na Virgínia. À exceção de um caso de homicídio em que impôs a pena de morte, as sentenças mais severas que proferiu foram multas e chicotadas.

Em 1782 o Governo do estado declarou que Lynch procedera com plena justificação ao encarregar-se de fazer cumprir a lei durante a guerra e aplaudiu calorosamente a sua ação de consequências benéficas. Lynch veio a morrer em 1796.

Decorrido um século, porém, a sua reputação de clemência foi esquecida e apenas se recordou que ele aplicara uma justiça não oficial. Essa a razão por que o seu nome começou a ser usado para descrever a justiça exercida pela populaça, que, entre 1882 e 1951, linchou quase 5000 pessoas nos Estados Unidos.

Origem da expressão «sangue azul»

A expressão, derivada do espanhol sangre azul, era usada pelas famílias aristocráticas de Castela, que com ela pretendiam significar que não tinham antecedentes mouriscos ou judeus.

Provavelmente, teve origem no facto de as veias aparecerem azuis nas pessoas de pele branca.

O que é o Handicap e qual a sua origem

Na Inglaterra medieval, quando dois homens pretendiam trocar haveres de valores desiguais, recorriam frequentemente a um jogo chamado hand in cap (mão no gorro). Solicitavam a colaboração de alguém que servisse de árbitro. Depois, os três colocavam uma determinada soma de dinheiro dentro do barrete. Pedia-se ao árbitro que decidisse qual das duas posses em questão era menos valiosa e quanto dinheiro deveria ser acrescentado para a realização da troca.

Quando o árbitro pronunciava a sua decisão, os dois homens colocavam as mãos nos bolsos. Se ambos retirassem dinheiro destes, era sinal de que tinham aceitado o veredito do árbitro e fechava-se o negócio, guardando este o dinheiro colocado no barrete. Se apenas um deles retirasse dinheiro do bolso, ficava esse com o dinheiro, a que o outro perdia o direito, e não se realizava a troca. Se ambos retirassem dos bolsos as mãos vazias, desistia-se do negócio e o árbitro guardava o dinheiro previamente colocado no barrete.

No século XVII, o sistema de hand in cap era utilizado nas corridas para decidir quais os cavalos que deveriam levar peso extra para que a todos fossem concedidas possibilidades iguais. E, finalmente, a palavra handicap passou a designar o que quer que atue em desvantagem para alguém.