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Castelo de São Jorge

Após um cerco de quatro meses, Lisboa foi tomada aos mouros, em outubro de 1147, pelas forças de D. Afonso Henriques, auxiliado em tão difícil empresa por 13 mil cruzados.

A cidadela integrava o Castelo dos Mouros (rebatizado de São Jorge no tempo de D. João I), ladeado pela grande praça Nova, a alcáçova real e a do alcaide-mor, e a capela de São Miguel. Três cubelos semicilíndricos apoiam a muralha sul e seis torres levantam-se desde o ângulo sudeste até à cortina norte, duas delas escondidas no palácio de Belmonte, a última junto à Porta de Martim Moniz, uma das sete da cidadela. O castelo descreve um quadrilátero irregular, com poderosas muralhas reforçadas com 11 torres.

Várias referências atribuem a D. Dinis a construção dos paços reais, ao que parece aproveitando a alcáçova do governador mouro. Ali se mantiveram os monarcas portugueses até ao reinado de D. Manuel I, voltando D. Sebastião a fazer do castelo morada real. Está classificado como monumento nacional desde 1910.

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