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Monge Marinho da Noruega

Homens do mar de regiões tão distantes como a Escandinávia e o Oriente referiram, nos seus relatos, a existência de um estranho ser que provocava tempestades. Chamaram-lhe o monge ou o bispo marinho.

O monge marinho da Noruega era um animal de pequenas dimensões e normalmente inofensivo, apesar da sua aparência assustadora. Devia o seu nome ao capuz de monge que usava e à cabeça tonsurada. Tinha barbatanas em vez de braços e um rosto humano, embora de feições grotescas.

A variedade do Extremo Oriente é por vezes chamada bonzo marinho – um bonzo é um monge budista. Os marinheiros receavam-no porque, além de provocar violentas tempestades, por vezes atacava e virava os seus juncos.

Para conjurar a ameaça do monge marinho, os marinheiros executavam uma dança ritual. Em cada junco havia, pelo menos, um marinheiro especialmente treinado para manter o estranho ser afastado, agitando um pau enfeitado com flâmulas vermelhas.

Foi sugerido que o monge marinho era produto da imaginação de marinheiros que vislumbraram raias. A parte inferior da raia, com as suas barbatanas e boca de forma estranha, apresenta uma ligeira semelhança com um rosto humano deformado.

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