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Quando se cai de uma grande altura, morre-se antes de atingir o solo?

Em vez de morrer queimado no seu Lancaster em chamas, atingido por um projéctil durante um bombardeamento sobre a Alemanha em 1944, o artilheiro da R. A. F. sargento Nicholas Alkemade saltou de uma altura de aproximadamente 5500 metros sem paraquedas, calculando que a morte seria assim rápida e menos penosa.

Caiu ileso e ainda consciente. Os últimos metros da queda, a uma velocidade de 190 km/h., foram amortecidos por ramadas de pinheiros novos, uma camada espessa de vegetação densa e, finalmente, uma profunda camada de neve. «Parecia que saltava num trampolim», recordou o sargento.

A experiência de Nicholas Alkemade refuta claramente a ideia de que, quando se cai de uma grande altura, se morre antes de atingir o solo. Pensava-se que a asfixia, causada pela velocidade da queda, ou o colapso cardíaco, devido ao pânico, ocorreriam antes do impacte final.

A falsidade desta crença tem sido amplamente demonstrada pelos paraquedistas que regularmente descem em queda livre vários quilómetros antes de abrirem os seus paraquedas. Em 1960, nos Estados Unidos, o capitão Joseph Kittinger saltou de um balão e percorreu 25 quilómetros em queda livre antes de abrir o paraquedas. Aterrou consciente e incólume.

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