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O labirinto kárstico das grutas de Postoyna

O Karst cobre uma terça parte da superfície da antiga Jugoslávia. Esta região, com as suas milhares de covas, sinuosidades e rios subterrâneos, ocupa o território desde o Triglav até às montanhas da Albânia.

O Karst já foi comparado com uma imensa esponja petrificada. Esta camada de 300 metros de espessura é atravessada por passeios intermináveis, que absorvem toda a água da superfície.

No Karst há rios inteiros que desaparecem sob o solo, criando túneis, grutas e abismos na rocha, caindo em cataratas e desaguando no mar Adriático.

As grutas de Postoyna, antigamente chamadas grutas de Adelsberg, devem a sua existência ao rio Pivka, que como rio subterrâneo típico, tornou oco o interior do Karst. Ao filtrar a sua água, rica em calcário, criou um verdadeiro labirinto de fantásticas formações de estalactites.

Colunas e cortinas, estalactites e estalagmites construíram salas magníficas. Foram explorados cerca de 23 quilómetros, mas a gruta de Postoyna, já conhecida na Antiguidade e uma das maiores do mundo, guarda ainda, sem dúvida, mais do que uma surpresa.

Num pequeno comboio elétrico, podem ver-se as salas mais belas que têm nomes do «mundo superior», «Catedral», «Gruta do Paraíso», «Sala de Baile». Na «Sala do Congresso», reuniram-se os exploradores; na «Sala Grande», pode-se ver, à luz dos focos, o Proteu das Grutas, uma espécie de batráquio que nunca sai à luz do sol (e que por isso é cego).

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