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História de Lisboa

A ocupação humana do território da atual Lisboa remonta ao século VII a.C., altura da formação do primeiro núcleo populacional pré-romano. Fenícios, gregos e cartaginenses fundaram depois aqui colónias.

Os romanos, que a batizaram com o nome de Felicitas Julia Olissipo, consolidaram a vocação portuária e piscatória da cidade, onde construíram templos, termas, palácios, villas e um teatro.

Entre 409 e 714, a região foi invadida pelos povos bárbaros do norte, entre os quais alanos, godos, suevos e visigodos, e, a partir daí, a urbe entrou em declínio. Só recuperaria com a ocupação muçulmana, entre 719 e 1147, período durante o qual se desenvolveu a Lisboa mourisca.

Conquistada aos mouros por D. Afonso Henriques, em 1147, a cidade reforçaria a sua importância com a passagem a capital do reino, em 1256, por decisão de D. Afonso III.

No século XVI, em plena época dos Descobrimentos, transformou-se no centro mercantil da Europa. Foram construídos novos edifícios ligados ao trato comercial das especiarias e o Terreiro junto ao novo Paço tornou-se, a par do Rossio, no centro político e comercial.

Durante o reinado de D. João V, no século XVIII, construiu-se na capital, sobretudo à custa do ouro do Brasil, novos conventos, igrejas, numerosos palácios e até o aqueduto das Águas Livres.

O terramoto de 1755 foi devastador, atingindo as áreas mais povoadas da cidade. Seria durante a sua reconstrução, baseada nas teses iluministas da "cidade ideal", que nasceriam as praças públicas do Rossio e do Comércio.

A partir de 1850, o fim das lutas liberais e os primórdios da industrialização criaram condições para uma transformação da fisionomia da cidade, que começava a descobrir uma nova vivência social. Na Baixa e no Chiado, proliferavam as lojas, tabacarias, cafés, livrarias, clubes e teatros.

No século XX, o Estado Novo expandiu Lisboa segundo moldes nacionalistas e monumentais. Surgiram novas urbanizações e edifícios públicos e, em 1940, modificou-se a zona de Belém com a Exposição do Mundo Português.

Nos anos 90, uma das grandes apostas foi a revitalização da parte oriental, onde teve lugar, a pretexto da realização da Expo 98, o maior projeto de reconversão urbana desenvolvido na capital.

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