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Os velhos trajes da princesa Tou Wan

Os restos do príncipe Liu Sheng e de sua mulher, a princesa Tou Wan, enterrados no ano 104 a.C., foram removidos das duas câmaras abertas na encosta de uma colina, a 150 quilómetros de Pequim. Os arqueólogos recuperaram também 2800 oferendas funerárias que facilitaram a passagem de ambos ao outro mundo.

A princesa chinesa Tou Wan, que morreu em 104 a.C., e o seu marido, falecido nove anos antes, foram enterrados, envergando trajes de jade, a fim de alcançarem a imortalidade, em vastos túmulos abertos numa colina rochosa.

Quando os seus despojos foram descobertos, em 1968, criaram sensação as 2800 oferendas funerárias que os rodeavam, de valor incalculável. Mas o mais espetacular de todos os achados foi o par de trajes de jade, cada um dos quais formado por mais de 2000 pequenas placas de jade fino, cosidas entre si com fio de ouro.

Os nobres daquela época acreditavam que o ouro e o jade, imunes às intempéries, eram garantias de imortalidade. Porém, embora a pedra e o metal preciosos tivessem perdurado, o cadáver da princesa estava reduzido a pó.

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