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As previsões de Jeane Dixon

Segundo parece, os videntes – que afirmam deter o conhecimento negado aos restantes – predizem mais frequentemente as más notícias do que as boas.

Jeane Dixon foi a primeira pessoa a avisar amigos do presidente Kennedy do perigo que este corria. E repetiu frequentemente o aviso. Em 1956, sete anos antes da morte deste, anunciou que um «democrata de olhos azuis» se tornaria presidente em 1960 – e que seria assassinado.

Em 1963, no dia em que Kennedy foi morto, a vidente disse a uns amigos, ao almoço: «Algo de terrível vai acontecer hoje ao presidente.»

Jeane predisse também a morte do presidente Roosevelt em 1945, do Mahatma Gandhi em 1948 e de Winston Churchill no ano de 1965.

Quando conheceu Churchill, em Washington, em 1945, disse-lhe que ele deixaria de ser primeiro-ministro depois da guerra, mas que reassumiria o Poder em 1952. Ambos os vaticínios se concretizaram – tal como os que previu de tumultos raciais que se verificariam em cidades americanas em 1963-1964 e do lançamento no espaço do Sputnik russo.

Jeane previu um holocausto mundial na década de 1980, uma guerra bacteriológica em que «morrerão muitos como formigas». Declarou também que a paz só voltaria em 1999. Previsões semelhantes foram feitas há quatro séculos por Nostradamus, que profetizou uma grande guerra cerca de 1999.

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