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O cabelo e as unhas continuam a crescer depois da morte?

O corpo de Elizabeth Siddal, mulher do pintor e poeta Dante Gabriel Rossetti, morta em 1862, foi exumado no Highgate Cemetery de Londres em 1869. Charles Augustus Howell, testemunha ocular, descreveu a impressionante visão do corpo intacto, com uma luxuriante cabeleira de um vermelho-dourado enchendo praticamente o caixão.

Se a descrição do cabelo de Elizabeth corresponde à verdade, este já assim era quando ela morreu. De facto, o cabelo de um cadáver não cresce. Verifica-se, depois da morte, uma certa contração da pele, que seca, processo que pode vir a revelar uma pequena quantidade de cabelo, entre 1 e 2 mm, mas nunca o suficiente para encher um caixão.

O cabelo e as unhas crescem a partir da raiz por multiplicação de células e são alimentados pela corrente sanguínea. Quando se verifica a morte, o coração pára e a circulação cessa, o que interrompe o fornecimento de alimentos às células, que deixam de poder multiplicar-se.

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