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Fundação de Constantinopla

Como Roma se tinha convertido no derradeiro baluarte que defendia as velhas crenças pagãs, tornava-se impossível ter a Cidade Eterna como a capital, donde partiria o Cristianismo como religião de Estado. Logo, a solução seria criar uma nova capital, como base de uma política renovadora.

A eleição não podia recair senão numa das cidades das províncias orientais, pois eram estas as mais ricas e populosas, para além de bem situadas estrategicamente. A cidade escolhida foi Bizâncio; estava localizada na península, cercada pelas águas do Propontide (Mar de Mármore), pelo Bósforo e pelo Corno de Ouro, desfrutando pois de uma situação ideal, a nível defensivo. Afinal, controlava o comércio entre o Mediterrâneo e o Mar Negro, para além de estar a uma distância estratégica entre os pontos vitais da Europa, Ásia e África.

Tinha um clima suave, uma agricultura com elevados potenciais e ricas zonas pesqueiras. As edificações e fortificações que a converteriam em rival de Roma começaram em 328 e, a 11 de maio de 330, foi inaugurada oficialmente com os nomes indistintos de Bizâncio, Constantinopla ou Nova Roma.

Era o grande baluarte erguido contra o poder da Ásia, demonstrado através de quatro guerras, a saber: contra os Persas, os Sarracenos, os Turcos seljúcidas e os Turcos otomanos, tendo estes últimos posto fim ao Império Bizantino, quando tomaram Constantinopla em 1453.

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