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Vinho: o antigo conforto do homem

O fabrico do vinho tem origem nas antigas civilizações do Próximo Oriente – Babilónia, Assíria, Fenícia, Palestina, Síria e Egito. Uma das primeiras referências que lhe são feitas aparece no Génesis do Antigo Testamento, segundo o qual Noé «plantou uma vinha: e ele bebeu o vinho e ficou embriagado».

Uma antiga lenda persa relata a forma como o vinho foi descoberto. O príncipe Jemshed ordenou que fossem etiquetados com a palavra «veneno» vários odres de pele de cabra, depois de o sumo de um deles, que se encontrava a fermentar, lhe ter provocado dores de estômago.

A sua esposa favorita, tendo perdido os favores do príncipe, decidiu suicidar-se, bebendo dos odres, cujo vinho, nessa altura, porém, já envelhecera. Como resultado, recuperou a alegria e a vida – reconquistando os favores do seu volúvel esposo.

O vinho foi introduzido na Europa Setentrional cerca do ano 600 a.C., mas nunca ficava gasoso depois de envelhecer porque era fermentado em recipientes abertos. A princípio, as garrafas eram fechadas com lã mergulhada em azeite e cera, e só no final do século XVII começaram a ser utilizadas as rolhas por iniciativa de um monge beneditino, Dom Perignon. Foi essa inovação – uma tampa impermeável –, a qual se revestiu de grande importância, que veio permitir a fermentação secundária do vinho do tipo champanhe.

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