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Canal de São Lourenço

Os cinco Grandes Lagos da zona fronteiriça entre os Estados Unidos e o Canadá deveriam, na realidade, chamar-se um mar. Por vezes há quem lhes chame o mar Mediterrâneo da América do Norte, dado que a superfície que ocupam os lagos Superior, Hurão, Michigan, Erie e Ontário corresponde aproximadamente à superfície total da Península Ibérica. A foz natural dos Grandes Lagos no Atlântico é o rio São Lourenço. Foi seguindo a sua corrente que os primeiros colonizadores chegaram a esta terra.

O plano de transformar o curso do rio São Lourenço, de mais de 3 700 quilómetros, num caminho marítimo interior, desde a foz até Duluth, no lago Superior, é bastante antigo. O Canadá foi o país que se mostrou mais interessado neste projeto. Os norte-americanos, pelo seu lado, não o pareciam estar tanto. Mas, em 1932, os dois Estados assinaram um acordo para a construção em conjunto do Canal de São Lourenço. Era preciso superar dificuldades técnicas, tais como a diferença de altura entre os lagos, as quedas de água no rio, a necessidade de erguer imensas comportas e canais, mas nem sequer os problemas económicos eram insolúveis.

Em 1959 concluía-se a construção do maior caminho marítimo existente dentro do continente. Os cargueiros e os transatlânticos podem navegar agora desde o Atlântico até ao coração da América. Durante este trajeto há dezasseis comportas que os elevam a uma altura de 183 metros sobre o nível do mar.

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