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Templo de Ártemis em Éfeso

Plínio descreveu o magnífico edifício do Artemísio de Éfeso como sendo um templo edificado sobre uma superfície de 73x141 metros, adornado com 127 colunas, das quais 36 eram ornamentadas. Durante muito tempo não se acreditou nestes elementos, que se consideravam exagerados. Como seria possível construir, precisamente na costa da Ásia Menor, um santuário quatro vezes maior do que o Parténon de Atenas.

Depois de uma investigação que durou sete anos, o engenheiro inglês J. T. Wood descobriu o local do templo de Éfeso, no lugar do atual Ayasoluk. Provou-se então que Plínio não tinha exagerado. Este templo devia ter sido de facto uma maravilha do mundo, uma construção na qual, segundo Jacob Burckhardt, se haviam fundido misteriosamente, e com beleza incomparável, o ocidente e o oriente.

No ano 356, Herostrato, em busca de fama, incendiou o templo. Dinocrates mandou reconstruí-lo no seu antigo local, segundo os famosos planos. Por fim, os godos destruiram definitivamente esta maravilha do mundo no ano 262 d.C. Os restos do templo desapareceram no solo pantanoso.

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