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Orelhas cortadas e pregadas no pelourinho

Pelourinhos e cepos eram frequentes nas praças dos mercados por toda a Europa. Aos infractores menores atiravam frutos e legumes. Criminosos mais perigosos podiam ser pregados pelas orelhas, que seriam depois cortadas e deixadas penduradas no pelourinho.

Quando William Prynne, advogado inglês, escreveu um livro controverso, em 1633, foi multado em 5000 libras, proibido de exercer a advocacia e sofreu «a perda de ambas as orelhas no pelourinho».

Um escritor famoso também vítima desse castigo foi Daniel Defoe, autor de Robinson Crusoe. Foi condenado três vezes ao pelourinho por escrever um panfleto a favor dos direitos dos dissidentes contra a Igreja. Mas o povo estava do seu lado: atiraram-lhe flores em vez de frutos.

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