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Os transístores tornaram possíveis as viagens espaciais

A redução das dimensões dos circuitos elétricos – e de todos os mecanismos que deles dependem, desde os minúsculos aparelhos auditivos a computadores, televisores de linhas estreitas e naves espaciais – não teria sido possível sem a invenção dos transístores, em 1947.

Os três norte-americanos a quem este invento se deve, William Shockley, John Bardeen e Walter Brattain, receberam em conjunto o Prémio Nobel. Trabalhavam para os laboratórios da Bell Telephone em Nova Jérsia, onde tinham estado a investigar processos que permitissem uma ligação mais rápida das chamadas através de uma central telefónica.

A sua descoberta fundamental foi a de que um fragmento de germânio ou de silício podia amplificar a fala até 40 vezes.

Os átomos de algumas substâncias, tais como metais, mantêm os seus eletrões soltos, o que permite facilmente a indução de uma corrente elétrica. Outros materiais, como o vidro e a borracha, mantêm os seus eletrões coesos.

O germânio e o silício, situados numa posição intermédia entre estas categorias, são conhecidos como semicondutores. Os três investigadores descobriram que várias camadas de germânio ou silício, submetidas à ação de partículas de produtos químicos, aumentavam a voltagem de um impulso elétrico passado através delas.

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