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O carneiro vegetal da Tartária

De natureza semivegetal, semianimal, o carneiro vegetal da Tartária tem a sua origem na Idade Média, na narrativa de um viajante ao Extremo Oriente. Trata-se da Planta Tartárica Barometz – sendo «Barometz» o nome tártaro de carneiro.

O fruto desta árvore-animal, desconhecida na altura para os viajantes europeus, era algodão, que eles confundiram com lã – matéria-prima que conheciam.

Como sabiam que a lã provinha do carneiro, criaram a lenda do carneiro vegetal da Tartária. O algodão era considerado como velos de carneiros que cresciam na árvore ou unidos a esta pelos seus cordões umbilicais.

Afirmava-se que a planta se curvava para permitir aos carneiros pastarem e que, depois de estes terem devorado toda a erva em redor, tanto os animais como a planta morriam.

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