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Entregue o boletim de voto agora ou pague depois

Na maioria das democracias ocidentais, os partidos políticos têm de resolver dois problemas em época de eleições: receber mais votos do que os adversários e convencer os eleitores a votar. E em certos países não o fazer é ilegal – e, como tal, punido. Não votar, em certos países como a Áustria e a Austrália, implica multa imediata, pelo que a percentagem de votantes nestes dois países raramente é inferior a 92 por cento.

Em alguns países, as penalidades assumem uma forma prática. Na Grécia, os passaportes podem ser retirados ou não concedidos. Na Bolívia, os abstencionistas podem ser proibidos de utilizar bancos ou escolas até três meses, mas como o país sofreu 191 golpes de Estado entre a independência, em 1825, e 1984 (uma média de um em cada 10 meses), os cidadãos devem encarar esta lei, e as próprias eleições, com certo cinismo.

Até à recente revolução, apenas num Estado comunista de partido único a votação era obrigatória: na Roménia. A afluência raramente era inferior a 99 por cento, e as percentagens com que os candidatos conquistavam os lugares eram semelhantes. O presidente Nicolae Ceausescu venceu as eleições de 1985 com 100 por cento (não havia outro candidato).

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