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O homem que vivia adiantado

William Strachey passou a maior parte da sua vida seis horas adiantado em relação ao tempo normal. Depois de passar cinco anos na Índia, regressou a Inglaterra e decidiu não atrasar o relógio.

Durante a sua estada na Índia, Strachey, tio do escritor inglês Lytton Strachey, decidiu que apenas os relógios de Calcutá eram exatos. Até ao fim dos seus dias viveu orientando-se obstinadamente pela hora de Calcutá, seis horas adiantada em relação à de Greenwich.

Passou 56 anos a levantar-se a meio da noite e a deitar-se quando os outros ingleses tomavam o chá das cinco.

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