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A jovem que lia com a orelha

Uma jovem italiana, cujo caso foi registado em 1882 por um eminente neurologista, podia «ver» com o nariz e a orelha esquerda e «cheirar» com o queixo.

No início da puberdade, a jovem começou a registar distúrbios graves, e em breve ficou cega. Verificou-se então o «milagre», pois começou a «ver» tão bem com o lóbulo da orelha e a extremidade do nariz que podia ler, além de cheirar um frasco de amoníaco, não com o nariz, mas com a ponta do queixo.

Mais tarde, a sua sensibilidade olfativa desenvolveu-se tão apuradamente no calcanhar que, se se colocasse perto de qualquer objeto que exalasse um cheiro desagradável, a perna se contorcia e afastava rapidamente.

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