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As cinzas de Cristóvão Colombo

Cristóvão Colombo, extraordinário aventureiro, morreu em Valhadolid em 1506 e foi sepultado num mosteiro de Sevilha. Decorreram 30 anos até que a importância dos seus feitos fosse reconhecida, sendo os seus restos reverentemente transladados para S. Domingos, a atual República Dominicana.

No século XVIII, um descendente de Colombo, considerando que o seu antepassado deveria jazer perto da primeira ilha onde desembarcara, removeu-o, assim se julga, para Havana. Porém, quando Cuba obteve a independência, em 1902, o almirante foi novamente removido e trasladado para Sevilha – ou pelo menos assim se pensou.

Em 1877 foi descoberta outra sepultura, sob a Catedral de S. Domingos, contendo uma urna com as iniciais C. C. A., que, segundo se supôs, representavam «Cristóbal Colón, Almirante». No seu interior podia ler-se, numa inscrição: «Ilustre e famoso cavalheiro, Don Cristóbal Colón.»

As cinzas desta urna foram introduzidas em dois medalhões e postas à venda em 1973. Mas os compradores mostraram-se cépticos, e a cinza de séculos não atingiu o preço mínimo.

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